Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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[ Mudança de Clã ] Aru Maito

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[ Mudança de Clã ] Aru Maito - em 18/3/2018, 02:03


Aquela era a manhã de um novo dia. O verão seco e calor proveniente da estação castigavam as vilas mais pobres que circundavam o grande vilarejo da Pedra. Naquela época do ano, era comum assistir ao êxodo forçado da população conterrânea. Do alto de sua residência, sentada em uma cadeira de madeira na sacada, confortável como era, Atane assistia ao portão do vilarejo ser invadido por uma locomotiva de exilados.
— Eu preciso ajudá-los! — considerou levantando-se.
— Você não pode. — refutou sua mãe, surpreendendo a filha que olhou para trás e levou um susto com a aparição repentina.
— Mãe?! Desde quando você estava aí?
— Já estou aqui há um bom tempo, Atane... Eu entendo. Você é muito gentil e quer ajudar a todos, todavia este é um caso que está para além da alçada de suas energias.
Entristeceu-se e continuou a observar, desta vez com um claro semblante repleto de tristeza.
— E o que você espera que eu faça? — questionou mudando para um tom mais agressivo, destoando de sua personalidade.
— Nada. Apenas isso.
— Mas... — manifestou-se, todavia percebeu-se inefetiva ante o rosto inexpressivo da genitora. — Certo... Eu já entendi. — convenceu-se, ao fim.

A mãe andou, posicionando a canhota sobre o ombro da menina.
— O seu coração é puro, Atane. No meio de tantas trevas, você consegue manter-se com um dos corações mais puros que já vi em toda a minha vida como kunoichi. A grandeza te persegue. Não se preocupe, querida. Um dia você recheará a terra de amor, eu tenho certeza disso. — confortou com uma mão firme repousando sobre a pequena, passando-lhe segurança e calor.
— Sim... Eu quero muito fazer alguma coisa pelo mundo no futuro... — aspirou com um sorriso.
— Eu acredito nisso, mas agora é hora de treinarmos.
— Sim, mãe, estou indo.
Atane Naoko, mãe de Atane Rena, era uma grande espadachim dentro da Pedra. Tendo, inclusive, por anos, ministrado um curso de aperfeiçoamento em kenjutsu. Sua habilidade fora do comum a precedia, trazendo-a grande fama por aqueles que a conheciam. Seu lema é: "a espada é uma extensão de minha existência, com ela superarei o mundo".

Juntas, mãe e filha estavam nos fundos da residência, lugar que acomodava um pequeno dojô. Piso de taco, estantes de madeira longitudinalmente postas portando inúmeras espadas de madeira para a prática de kenjutsu, espadas estas chamadas de bokken. A estrutura era toda de madeira, com portas corrediças sem roldanas de fina camada do mesmo material. A mãe entrou primeiro, retirando os calçados, permanecendo de meia. Os cabelos estavam presos e utilizava uma roupa tradicional japonesa, composta por elementos utilizados na era samurai. A filha, por outro lado, adentrava ao recindo descalça, com a vestimenta comum de seu dia-a-dia.
— Tome uma Bokken, Rena-chan. — pediu a mãe indo de encontro a uma destas. — Eu não vou pegar leve com você, filha.
— Não esperava que pegasse, mãe. — rebateu com um sorriso sarcástico.
A menina deu alguns passos e também tomou uma lâmina simples. Estavam a uma boa distância uma da outra, encararam-se por alguns segundos. Naoko tinha uma postura própria designada como Iaido, agaixava-se, agarrava a bainha com a esquerda e o cabo com a direita, fitando o fruto de seu amor com olhos penetrantes. Do outro lado, a pequenina segurava o artefato com a direita, postando-se com a esquerda dobrada junto às costas e perfilada contra a mãe com a espada à meia altura.

Deram-se às caras. Segundos, mas que mais pareciam minutos. De repente, o estopim. A mais velha deu o primeiro passo voraz do combate entre gerações.
— Hyaahhhh!! — gritou enquanto sacando sua espada rapidamente e mirando um corte direto contra a filha.
Colocou sua amiga à frente do corte, ggerando um choque do contato físico entre os itens. A mãe continuou a pressioná-la, exigindo do seu físico ao máximo. Todavia, por ser uma senhora de meia-idade, sua agilidade já não era mais a mesma. Sobreposta por uma vigorosa garota no auge de sua forma, a senhora não encontrou outra possibilidade senão a de recorrer a uma técnica ninja conhecida: shunshin. Equilibraram-se no conteúdo de agilidade, todavia a garota era pressionada para trás. Sucessivos golpes defendidos, sequer teve oportunidade de realizar um contragolpe. Inúmeros movimentos realizados em um curtíssimo período de tempo. Apesar de ter uma simples noção da força de Naoko, a menina não esperava que tivesse tamanha dimensão. A força aplicada na espada era fora do comum. Além disso, sua técnica era claramente superior. Aflita, Rena correu para a lateral da sala. No entanto fora devidamente acompanhada. Naoko aplicou novos golpes, desta vez utilizando-se de uma técnica além das previsões. Três golpes e a espada da menina estava destruída. Apontou a sua contra o pescoço da filha.

— É isso. Este combate acaba de chegar ao fim.
— O que foi isso que você fez, mãe, como conseguiu destruir minha espada utilizando outra de mesmo material? — perguntou atônita.
— Sua velha já brinca com lâminas há anos, Atane-chan. Não se esqueça: a espada é uma extensão de minha existência, com ela superarei o mundo. — declamou com uma postura cerrada, embainhado-a tão logo tivesse finalizado.
Sentavam-se as duas no chão. Descansavam.
— Mãe. Você é incrível, por que nunca a vejo realizar muitas missões?
— Minha vida de kunoichi ficou no passado, filha. Hoje em dia me concentro em passar o caminho da espada para novos praticantes. Um dia, quem sabe dois, o mundo ainda entenderá o valor da espada e ficará agraciado sobre o quão forte ela pode ser. — declarou respirando profundamente ao fim, sentia-se cansada.
— Você é mesmo impressionante. Imagino o quão forte não deveria ser nos seus dias de primavera... — comentou a garota.
— Está subestimando sua velha? — brincou com um sorriso. — Vamos, levante-se, está na hora de lhe ensinar outra lição.
— Mas mãe... — relutou a menina.
— É uma ordem! — firmou com uma postura mais obtusa.

Levantou-se a contragosto, muito embora estivesse com um sorriso no rosto depois de ver a mãe irritada com o comentário. Adquiriu outra bokken, não era uma opção viável lutar com o pequeno toco que restara da primeira empreitada. Posicionaram-se à posição de antes. Desta vez, a menina decidiu definir o ritmo com qual a luta se daria, iniciando de maneira brutal contra sua mãe. O primeiro passo conduziu aquele combate amigável entre parentes, a mais velha estava acuada, apenas defendendo-se. Rena era brutal e precisa, buscando todos os pontos que havia estudado no ponto de agora há pouco. Em apenas uma partida havia se acostumado com o ritmo da luta. A combatente que sofria com aquilo estava boquiaberta, surpresa sobre o quanto sua filha havia se adaptado àquele ritmo em pouquíssimo tempo. Indicava que talvez iniciasse um choro, não o fez. A garota acertaria um ataque, isso estava claro. No entanto, a defensora retirou uma carta da manga, dotando-se de uma velocidade altíssima e se retirando do caminho da espada.

Posicionou-se nas nas costas da garota. O corpo dela, no entanto, não era o mesmo. Seus olhos estavam diferentes e o tom de pele tornava-se completamente diferente, fora do branco ao rubro em curtíssimo período de tempo. Não somente isso, o piso havia sido quebrado com o revelar daquela nova força.
— Mas que diabos... — falou a filha.
— Desculpe-me, Rena-chan, mas esta batalha vai acabar agora.
Sua fala deu espaço a uma movimentação repentina. De início, sumiu da visão de Rena. No prosseguimento, surgiu com a espada apontada contra sua garganta. Não permitiu qualquer reação em contrariedade.
— O que está acontecendo... — impressionou-se.
A energia pulsava, demonstrava que Naoko não estava em seu estado normal.
— Esses são os oito portões... A marca registrada do meu clã.
— Clã? Do que você está falando, mãe?
— Esta é uma longa história, Rena...

Lembrou-se do passado, demonstrou aflição. Desfez-se da técnica a qual designava como sendo suprema.
— Talvez você não saiba, mas sua mãe jamais utilizou qualquer forma de Genjutsu ou mesmo Ninjutsu. — revelou.
— Nem Genjutsu ou Ninjutsu?! Espere, isso tudo é muito confuso... Como você conseguiu chegar ao nível de Jonin? — questionou incrédula.
— Isso se deve ao fato de eu ter me empenhado tanto em Kenjutsu que me tornei o que sou hoje. Veja, mesmo aqueles que detém Ninjutsus aterradores jamais sobreviveram ao ver o brilho da minha lâmina para contar a qualquer um. Não usá-los nunca foi um problema para mim.
A menina continuava surpresa, no entanto parecia conseguir lidar com a situação conforme o tempo se passava. Naquele momento, também havia tomado uma decisão.
— Mãe... Eu também quero...
— O que, filha?
— Eu quero utilizar os oito portões, também quer fazer parte do seu clã. — decidiu por si, demonstrando uma grande determinação.
Pega de surpresa, a mãe embainhou a espada e sentou-se.

A mulher cedeu ao chão, aparentava um misto entre contentamento e decepção. Ao olhar para os olhos de sua filha, todavia, via a determinação que jamais teve um dia. Naquele momento, ela também decidiu-se.
— Certo, Rena-chan. Se você está pronta para trilhar este caminho, eu poderei ajudá-la. Siga-me.
Com um clique, um mecanismo foi ativado e revelou uma entrada secreta ao subsolo.
— Nova surpresa, hein? — brincou.
— Não fale sobre isso. Desça, estou logo atrás de você. — ordenou em um tom sério.
Juntas endereçaram-se ao nível inferior. Um longo corredor com pouca luminosidade. Aparentava ser uma mina antiga, ou coisa do gênero.
— Eu sabia que um dia esse dia poderia chegar, por este motivo preparei esse lugar para você. Aqui, entre. — indicou com o dedo uma porta à esquerda.

Adentrou-a, deparando-se com diversos equipamentos.
— O que é tudo isso?
— Dispense qualquer pergunta. Apenas conceba o poder. Se perguntar demais, o processo pode ser prejudicado. Deite-se na maca.
— Certo... E agora?
— Espere um pouco.
Vasculhou o cômodo, mais precisamente algumas gavetas. Adquiriu uma solução.
— Certo, aqui está. — comemorou.
Com uma seringa, aplicou o líquido no vaso da sua garota. Relutou em perguntar, não queria complicar o processo, muito embora tudo fosse muito duvidoso. No fim, apagou. Quando novamente despertou, estava de volta à sua casa. Ao lado dela, sua mãe resguardava-a, também dormindo.
— Mãe? — chamou a atenção.

A mulher abriu os olhos lentamente.
— Finalmente está acordada, Rena... E então, o que está sentindo?
— Ainda não tenho certeza, mas alguma coisa com certeza está errada. — relatou erguendo-se.
— Tenha calma, o procedimento pode apresentar algum efeito colateral, preciso que você repouse o máximo possível, filha. — recomendou com um sorriso. — O que fiz foi, na verdade, adormecer os genes adormecidos em você da parte materna. Despertar o que havia de mim em você.
— Entendo...
Tentou a prática de algum ninjutsu básico aprendido durante a academia ninja. Inefetivo, simplesmente seu chakra não produzia-o de forma alguma.
— Então é mesmo isso. Não poderei usar nenhum ninjutsu nunca mais, certo?
— Arrepende-se?
— Não, jamais o faria. Eu decidi trilhar este caminho por mim. Preciso focar naquilo que sou forte e serei uma espadachim ainda maior que a senhora, mãe. — expressou com uma grande determinação.
— Hahaha!! É possível que o seja, Rena-chan. Ainda sim, deixe esta conversa para depois. Vamos retornar à prática.

Andaram juntas, retornando ao dojô.
— Desta vez ensinarei algo completamente novo: como utilizar ambas as mãos. Se quiser se tornar uma grande espadachim no futuro, isso sem dúvida pode te livrar de grandes enrascadas. Agora que meus genes despertaram em você, creio que será mais fácil dominar esta forma de combate.
Ainda era tudo muito novo, entretanto a jovem realmente sentia-se mais poderosa naquilo que tangia sua habilidade física.
— Qual a sua mão dominante?
— A destra. — respondeu prontamente.
— Ótimo. Deste momento em diante, você realizará tudo somente com a oposta, sua mão esquerda. Não use a outra em nenhum momento, mesmo nas atividades mais ordinárias do dia-a-dia. Agora, pegue a espada!
— Sim, mãe. — obedeceu segurando a espada com a mão não-dominante.
Não lhe parecia tão estranho quanto arremessar uma kunai naquelas condições, afinal já havia experimentado usar a outra mão em oportunidades anteriores.

Daquele modo, praticou durante um longo período, finalmente dominando o uso da canhota. Tornara-se ambidestra.


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