Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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[T] - em 16/1/2018, 20:02

O dia estava bonito; agora era o começo da tarde, na verdade. Do segundo andar de minha casa, pela janela de meu quarto, mais precisamente, podia presenciar o forte sol sob as incontáveis construções que inundavam todo o vilarejo. As ruas, movimentadas como sempre neste horário, pareciam ter seu movimento ainda maior com a maioria das pessoas sendo favorável ao clima que nos fazia companhia. Os pássaros, cantando enquanto abriam suas asas num rasante próximo de meu telhado roubava-me a atenção. O retrato da visão de minha janela, embora numa localização nem tanto privilegiada, formava um lindo retrato como um todo. Havia finalmente arranjado uma folga entre minhas missões e, ao mesmo tempo em que me encontrava aliviado por ter um dia em que ninguém estivesse tentando me matar ou eu estivesse tentando matar alguém, imaginava o que eu possivelmente poderia fazer. A resposta mais provável seria praticar mais um pouco de entomologia, mas, para ser sincero, eu já fazia isso todo dia, estando em missão ou não. Encostava meu ombro direito sob o beiral da janela, apoiando, desta forma, a palma de minha mão direita em meu queixo, enchendo meus pulmões e permitindo que o ar saia da maneira mais lenta possível. Neste momento, refletindo em meu tédio, uma kunai rasgou o ar que acabava de expirar, passando rente de meu rosto da esquerda para a direita. ─ Irei te alcançar, Sensei!!!! ─ Rugia uma voz exatamente de onde veio a kunai, antes mesmo que eu pudesse fitar a origem do disparo. Assim que olhei, o detentor da voz parecia passar pela minha rua em alta velocidade. Eram dois, agora. Dois esquisitões, vestidos com um macacão verde espalhafatoso, correndo plantando bananeira e, de alguma forma, disparando kunais uns contra os outros quando podiam. O moleque esquisito número um chamou o adulto esquisito número dois de “sensei”, pronome de tratamento que o colocava como seu mestre, portanto supus que estavam em algum tipo estranho de treino. O ato, em si, era ridículo, mas a ideia não era tão ruim: Aprimorar-me. Fiz, em minha mochila, um pequeno conjunto de mantimentos básicos para uma jornada de tamanho médio: Água, comida, um pequeno mapa e coisas do tipo. Trajando minhas vestimentas tradicionais, sem esquecer-me da bolsa de equipamento tático que era amarrada em minha coxa, parti para as florestas.

Conforme aproximava-me dum ponto isolado e espaçoso entre a floresta pelo qual já tinha passado, mentalizei qual aspecto deveria treinar – não seria possível aprimorar todas as minhas habilidades e características de uma só vez. Lembrei-me que, em breve, seria ensinado novas técnicas de meu clã pelo meu avô, portanto, presumi que selos seriam uma parte importante do aprendizado destas técnicas. Agora que, já no local, recordava dos selos respectivos, iniciei uma sequência básica de selos que não correspondia necessariamente a nenhuma técnica: Dragão, cavalo e cachorro. Repeti-os. Dragão, cavalo e cachorro. Levemente mais rápido. Dragão, cavalo e cachorro. Dragão, cavalo e cachorro. Sentia que, a cada vez que efetuava o selo focando-me em velocidade de execução, a velocidade subia, mesmo que fosse apenas 2.5% mais rápido a cada vez; desejava uma melhora mais rápida, portanto, ao invés de continuar repetindo até a melhora, busquei uma maneira de me forçar a aumentar o ritmo de execução dos selos. Subi em cima de um galho de uns três metros de altura do solo e, me jogando no chão, treinava executar os selos a tempo de aterrissar, caso contrário acabaria me lesionando. Reforço negativo. Foi efetivo. Dragão, cavalo e cachorro. No futuro, estava ciente de que, se tivesse de memorizar sequências de três selos, poderia utilizar este método de treinamento que desenvolvi para aumentar a velocidade de execução dos mesmos. Perguntava-me se o mesmo processo se daria caso eu aumentasse ou diminuísse o número de selos aplicados. Realizaria, sem outras maneiras de descobrir, as sequências em questão. Um selo. Depois dois selos. Realmente, estava mais rápido. A liberação de chakra fluía mais naturalmente; era uma sensação boa, como se todo o meu fluxo de chakra estivesse mais rápido apenas por eu melhorar a velocidade de realização dos selos para que isso acontecesse. Sequências mais longas do que os três selos já treinados, entretanto, tinham a mesma velocidade de realização do que antes de eu efetuar o treino. Acho que já se passou quase uma hora. Ao invés de me concentrar em fazer vários selos na menor quantia de tempo possível, me certificaria de conseguir fazer rapidamente cada selo singular; não em conjunto, mas dar atenção a realização de cada selo. Galo, macaco, cabra, cavalo, cobra, dragão, coelho, tigre, boi, rato, cachorro, porco. Repeti a longa sequência algumas vezes, mas, já que o importante não era a sequência mas sim cada selo em sua singularidade, embaralhei a ordem após repeti-las umas dez ou quinze vezes (não estava mantendo um raciocínio sistemático em relação á quantia).

Senti que deveria, mais uma vez, frisar como meus nós de chakra se sentiam muito melhor e fluíam com mais naturalidade por meu corpo quando dava mais atenção à maneira que estruturava os selos ou fazia-os mais rápido; quando dava mais atenção aos selos e fazia-os mais rápido, então, era como se meu chakra dobrasse de quantidade e pesasse a metade. Julgando o treino como bem-sucedido, fora que estava prestes a perder a ajuda da luz solar, removi-me das grandes florestas após coletar minhas coisas, introduzindo-as dentro da mochila que descansava nos pés dum tronco qualquer.
500/500;
[10] Kunais (10);
[01] Kibaku Fuda (04);
[04] Kemuridama (04);
[05] Shuriken.
Considerações:
Treino de novecentas e três palavras; ambos os pontos ganhos serão atribuídos no databook "Selos".

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Re: [T] - em 16/1/2018, 21:27

App, 2 em selos

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