Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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[T] Touka

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Re: [T] Touka - em 14/10/2017, 01:10




Campo de Treinamento

É um lugar bem espaçoso e cercado de imensas rochas, duas estatuas estão localizadas ao lado de uma imensa cachorreira cada uma de cada lado, ambas fazendo um tipo de selo, poucos sabem a verdade por trás das estatuas, mas dizem que é um lugar sagrado ali perto de Konogakure, o local apesar das cachoeiras é extremamente silencioso e calmo, além de possuir um céu aberto perfeito para Touka treinar com suas asas.

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Hitsugaya Tōshirō
日番谷 冬獅郎
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Re: [T] Touka - em 14/10/2017, 01:12


— Begin 1 

Não sabia exatamente que horas era e nem onde eu realmente estava, só me recordo de comer muito e beber algumas bebidas de gosto diferenciado, seria esse o famoso e perigoso álcool? Ou mais conhecido como o demônio que conseguiu destruir toda a minha miserável vida, se é lá que eu fui agraciado com essa poderosa benção que é viver, as vezes parece apenas que fui mandado ao mundo para pagar pelos pecados que cometi e que cometerei contra o mundo, um mundo que não merece ser tão vivo e tão cheio de cores, aquilo me dava uma puta vontade de provocar, pior que isso apenas pessoas que creem que viemos a existir por um proposito divino, tão banais, tão iludidos, uma divindade não nos deixaria cair em tamanha desgraça, não permitiria uma criança de três anos ser profanada como aberração, não permitirá uma criança de cinco anos ver a mãe sendo espancada e abusada – NÃO PERMITIRIA UMA FILHA SER PROIBIDA DE VER A MÃE QUE É A ÚNICA COISA QUE ELA AMA NESSA VIDA as palavras simplesmente vazavam da minha boca em forma de grito, junto as lagrimas que caiam descontroladamente do meu rosto, o engraçado é que fazia muito tempo que não me permitia ser guiado pelos meus sentimentos, e depois de uma noite daquilo que dizem que provem diversão e que prometeram que seria um remédio para toda minha solidão e tristeza, levava o meu antebraço para minhas bochechas e ia subindo limpando as lagrimas enquanto fazia meu braço cobrir a pequena luz que entrava pela brecha da janela do local onde eu estava, me levantava da cama abrindo totalmente a janela e percebia que estava no pequeno quartinho da caixa d’água de Konoha, provavelmente eu teria aceitado ficar de vigia em troca de algum tipo de dinheiro, a pensão do Hokage não estava bastando para suprir exatamente todas minhas necessidades, como uma genin minha pensão caia em cinquenta porcento nos primeiros meses onde eu já devia começar a me sustentar apenas pelas minhas missões, mas sejamos sinceros que não vivíamos economicamente tão auto sustentável assim, enquanto famílias como Hyuugas e Senju se acabavam em fortunas e ainda eram encaminhadas para as melhores missões, eu sobrevivia com a pena do senhor da padaria que ainda tinha o bom grado de me dar o que comer, ou apenas temia algo, mesmo que eu não encontrasse motivos para despejarem ódio contra mim mais, andava calma e conseguindo controlar meus poderes, os boatos até tinham caído, e as zombarias tinham sido interrompidas, até por que se fosse preciso, não hesitaria em nenhum momento de tragar os meros corações para me alimentar do sangue imundo daqueles impuros.

Acordar era uma tortura diária que eu continuava a me submeter todo santo dia, estava realmente cansado de toda aquela porcaria de tarefas diárias, mas eu era obrigado a melhorar cada dia mais, minha única vontade de sair da cama era saber que aquilo poderia me gerar qualquer tipo de poder, qualquer coisa que me fizesse crescer e me destacar ainda mais, por isso que todo dia assim que acordava fazia uma pequena corrida que me levava para longe de Konoha, estava a tomar meu banho de água morna enquanto lavava meus cabelos pretos e por alguns segundos sentia um sentimento de paz causado pelo refrescante banho, por um segundo é como se minha mãe estivesse ali ao meu lado me abraçando e dizendo baixinho que tudo vai ficar bem, que no fim o bem sempre vence, que no fim a justiça existe, mesmo que eu não acreditasse mais naquilo, uma lagrima novamente escorria e baixinho dizia – Tudo ficará bem e repetia até que a água começasse a ficar fria, então desligava o chuveiro e retirava o excesso de água antes de me esfregar entre a toalha. Minha roupa estava casual, uma blusa preta com um meio preto e uma saia cinza, meus cabelos levemente penteados, a blusa tinha um capuz que eu fazia questão de colocar para me ocultar entre as pessoas, com meu tênis seguia para uma caminhada matinal.

Eu costumo começar numa corrida leve para começar a me aquecer, até disparar e elevar meus limites possíveis com intuito de sempre melhorar minha velocidade, percorria uns vintos quilômetros apenas para me afastar o máximo do vilarejo, em um local reservado entre arvores e um rio, duas estatuas imensas, sempre observava bem se ninguém estava e então ativava parcialmente minha kg liberando minhas assas para treinar meu voou percorrendo o céu enquanto meus cabelos voavam ao vento e a brisa fresca levantava meu cabelo, voava o máximo que conseguisse e ali no céu que meus problemas se tornavam formigas, que as pessoas se tornavam apenas humanos a ser pisados, que o mundo parecia servir a mim, apenas a mim , ali entre as nuvens, eu me sentia uma verdadeira divindade – SE PROSTEM DIANTE AOS MEUS PÉS, MERAAAAS FORMIGAS meus gritos apenas voavam ao vento, ninguém podia me escutar ali, era apenas eu, apenas eu.

Infelizmente meu controle ainda não era o suficiente, por erro besta perdia o fluxo de chakra, minhas habilidades pareciam cessar e se desativarem, a cem metros do chão começava a despencar, por uns oitenta metros apenas aceitei a morte, apenas aceitei que finalmente teria a famosa paz eterna, mas nos últimos metros, nos últimos segundos era como se sentisse o suave beijo de minha mãe em minha testa, as assas retornavam rapidamente e eu pousava tranquilamente, retornando a Konohakure, numa corrida mais leve que a inicial.

+2 pontos em velocidade, 914 palavras

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Hitsugaya Tōshirō
日番谷 冬獅郎
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Re: [T] Touka - em 14/10/2017, 01:26

@ - TREINO CONCLUÍDO: 2 PONTOS EM VELOCIDADE ADQUIRIDOS.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Re: [T] Touka - em 15/10/2017, 18:08


— Begin 2 

Os ventos contrabalanceavam a fria manhã em Konoha, peregrinava as ruas calmas do vilarejo, era uma manhã de domingo e poucos estabelecimentos estavam abertos, então preferia optar por caminhadas leves naquele dia, usava uma luva de pelos artificias para aquecer minhas mãos e um casaco fino para cobrir minha pele, estava com um pouco de frio naquela manhã mesmo que não estivesse bem fazendo um frio ou algo do tipo, algumas crianças corriam exibindo seus dentes ainda em crescimento com um sorriso largo enquanto as mães tomavam chá e conversavam, ironia do destino ver aquela cena, meio que retornava ao passado onde minha infância foi desgraça pura, onde me tratavam como uma aberração ambulante, e minha mãe apenas repousava em casa tentando agradar um homem que não a amava, na verdade, aquele homem não amava nem a si mesmo, ele sim era a aberração ali naquela casa, ele sim merecia sofrimentos inimagináveis, ele sim merecia a morte em forma de sofrimento, creio que vocês me entendem, quando nossas vidas são ruídas até não restar mais nenhuma esperança, até não restar mais nenhuma luz para ser extraída daquela alma, era assim que me sentia quando criança, hoje eu sinto que existe sim uma luz ali dentro sendo estrangulada pela escuridão profunda, mas eu sei que para extrair ela eu teria que morrer, eu teria que renascer.

Minha passeada em Konoha tinha um objetivo fixo, iria em busca de permissão para ver minha mãe, alguns anos já teriam passado e creio que o tratamento estivesse indo muito bem, a última vez que procurei por notícias uma enfermeira disse que ela andava melhorando com o tempo, e isso já faz cerca de um ano, esperava que ao menos recebesse ótimas notícias sobre o estado da mesma, ano passado também, a mesma enfermeira me deixou a ver pelo vidro da porta do hospital, ela estava escrevendo alguma coisa, pelo o que a enfermeira disse ela ama histórias e principalmente escrever seus sonhos em um livro que a nomeou como “O mundo dos sonhos” simples e puro, assim como ela era antes de sofrer tanto, lembro que naquele dia foi que percebi que ainda existia uma luz dentro dessa alma perdida, foi ali que percebi que eu não era um caso perdido de puro egocentrismo, já me aproximava do hospital ninja onde eu era recebida como sempre, com olhares estranhos e cochichos baixos comentando sobre meu passado, praticamente eu era uma lenda do hospital visto a minha história, mas não aquelas lendas por ter feito algo grande ou sobrevivido algo muito pesado, me consideravam uma aberração, uma criança sem sentimentos, a verdade é que entre meus passos e todas aquelas pessoas comentando ao redor, ao colocar a mão na maçaneta do hospital, meus olhos brilhavam de uma coloração preta, a raiva era uma forma meio que rápida da kagune se ativar, apenas respirava e contava de um até dez, tentando assim me tranquilizar fazendo meus olhos retornarem a coloração normal.

Adentrando a porta do hospital seguia em direção a um balcão de madeira que ficava a recepcionista do hospital, no exato momento em que colocava a mão no balcão a mulher finalizava uma ligação pronunciando – Serio? Mas ela estava tão bem não conseguia entender bem o motivo daquilo me preocupar, mas assim que a mulher me atendia explicava a situação e pedia para a mesma verificar se eu já estaria apto a visita, mas só o nome fez a mulher dar uma um passo para trás, suas palavras a seguir fizeram todo meu sangue queimar como se estivesse sendo escaldado – Desculpa, ela teve uma grave piora em seu estado e está impossível de receber qualquer visita no momento, ainda mais de alguém não autorizado nem esperava suas falas terminar para sair correndo do hospital aos choros enquanto meus olhos ganhavam a cor preta e as pessoas se assustavam e se escondia de acordo com o que eu me aproximava, não conseguia me importar com nada apenas queria sair daquele local, queria apenas sair dali o mais depressa possível, já longe colocava minhas mãos sobre meus joelhos ficando inclinado para baixo com a respiração tensa enquanto as lagrimas escorriam em meu rosto, estava abalado, estava destruído e nem sabia o que realmente tinha ocorrido.

Estava em um tipo de floresta, longe de Konoha onde tinha muitas arvores ao redor, com minha kagune ativada socava as arvores com força ferindo mais a mim mesmo do que a dura madeira em minha frente, meus olhos derramavam lagrimas que não sabia diferenciar se eram de tristeza, ou de ódio, a verdade é que aquela luz que tinha citado antes parecia está sendo cada vez mais sufocada na escuridão, e a escuridão parecia cada vez mais se tornar algo insuperável, era isso que tinha me tornado, uma pessoa triste, egocêntrica, com sede de poder, sem amigos, sem familiares e que nem tinha lutado pela minha mãe ainda, mas a verdade era que aquilo tudo não era culpa minha, não era culpa do hospital, a culpa era de Konoha, era culpa do Hokage, eles me prometeram proteção e não foram o suficiente para me dar a mesma, o sangue refletia a luz em minha mão e em um jogo que parecia concentrar toda minha raiva, minha força, minha tristeza, minha culpa, minha negação, minha verdade atravessava a arvore a despedaçando e até me ferindo com algumas farpas, mas aquilo não me abatia, eu tinha contas a acertar em Konoha, e foi com essa fúria que segui rumo ao gabinete do Hokage.

HP 175/200 | CH 175/200 | ST 6/6
Considerações:
Aparência: Ficha

Nota: +2 em força, 900 palavras
Equipamentos & Armas:
20x Senbon
05x Kunai
05x Shuriken
Jutsus Usados:
Kagune
Descrição: A Kagune (赫子, Escama Vermelha) é uma Kekkei Genkai corpórea presente nos membros da linhagem Washū que concede ao seu portador um tipo diferente de células, as Células RC, tais que podem ser manipuladas para fora do corpo através do tecido muscular, sendo chamadas também de músculos líquidos, tornando assim a habilidade uma manipulação de músculos e carne. A habilidade, porém, não pode ser, normalmente, projetada por qualquer parte do corpo do invidivíduo, apenas pelas Kakuhōs. Sendo assim, cortar uma kagune, por exemplo, concede muita dor ao usuário - ainda que nenhum dano a vitalidade. Além da forma inicial e genética, uma kagune pode ser manuseada a partir da criatividade e intelecto de seu dono. 

Estes pontos denominados Kakuhōs são zonas específicas no corpo de um indivíduo onde a concentração de células maleáveis (Células RC) é infinitamente maior, permitindo assim a manipulação e projeção para fora do corpo da própria carne e músculos, criando armas poderosas com o próprio corpo. Ao todo existem quatro pontos conhecidos: à altura dos ombros chamada de Ukaku, entre as omoplatas chamada de Koukaku, na região lombar chamada de Rinkaku e na área do cóccix chamada de Bikaku. Além destas zonas, o indivíduo pode facilmente manipular a regeneração da carne e músculos para recuperar-se da danos até medianos uma vez por turno com custo de vinte (20) pontos de chakra, podendo inclusive ajustar o corpo para uma melhoria muscular, mas, ainda assim, dificilmente conseguem reconectar membros perdidos apenas com a habilidade básica.


Ukaku - 80cm & 25 p/a
Rank: B. 
Descrição: A Ukaku (羽赫, feather-red) é um tipo de kagune projetada pela região dos ombros, inicialmente como uma única asa, podendo ser flexível como o sangue ou cristalizado como ossos de acordo com o desejo do usuário. Trata-se de uma kagune otimizada naturalmente para combates de longas distâncias por carregar a capacidade de disparar penas cristalizadas com muita força de perfuração. Além disto, são conhecidas por concederem maior agilidade aos portadores, apesar de cansá-los mais rapidamente. Limitando-se pela stamina de um personagem, e apenas por ela, um personagem pode apresentar até duas asas. 

A asa de um Ukaku terá inicialmente não mais de 50cm, podendo adicionar 10cm a cada cadáver de jogador devorado. A segunda asa estará disponível a partir do terceiro ponto distribuído em Stamina e terá todos os valores da primeira. Cada asa terá um limite inicial de dez penas disparadas por vez com força de um ponto a menos que os pontos naturais do personagem, podendo aumentar em mais cinco a cada corpo de jogador devorado. A Ukaku, quando usada de forma maleável e não cristalizada, concenderá uma bonificação de um ponto de velocidade ao usuário, porém a durabilidade determinada pelos pontos em Stamina serão reduzidos pela metade durante todo o período com ela ativa. A Ukaku cristalizada terá força equivalante a um ponto superior a normal do usuário, perdendo esta penalidade ao alcançar o nível de um Kakuja Incompleto.

Kakugan
Descrição: Um kakugan (赫 眼, red eye) denota um olho de Washū onde a íris fica vermelha e a esclera negra com veias vermelhas através do olho e na pele ao redor do olho. O Washū pode entrar neste estado por sua própria vontade, mas esse estado também é inserido quando o Washū fica excitado (exceto se possuir Calmaria), fica com muita fome ou quando usa seu kagune (podendo controlar mesmo assim). A ainda uma diferença de demonstração de poder através do tipo. Washū de sangue-puro demonstram ambos os olhos com tal poder enquanto híbridos ou pessoas que sofreram transplantes da kekkei genkai, apenas um.

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Hitsugaya Tōshirō
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Re: [T] Touka - em 15/10/2017, 18:16

@ - TREINO CONCLUÍDO: 2 PONTOS EM FORÇA ADQUIRIDOS.

* Só lembrando do evento, e que, caso você queira, tem condições de adicionar 4 pontos em Força e 4 em Velocidade, por causa do último treino e quantidade de palavras.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Re: [T] Touka - em 10/11/2017, 13:11


— Begin 3 

Na folha de papel em branca, a tinta preta pingava desenhando assim a história da pequena shinobi Touka, autoconfiante de si, e uma verdadeira viciada, a ninja peregrinava entre os ares que respirava, Konohagakure seu lar atual e que tinha jurado proteção quando  veio a se graduar genin, infeliz da escolha que tinha tomado, a vila não era capaz de lhe propulsionar sentimentos positivos, não se sentia a altura daqueles inúteis dali, se sentia cima, pedais acima, se sentia como uma verdadeira deusa dos ventos ruins.

O acordar sempre era a parte mais chata no dia para a ninja, era um horário onde nos forçamos a despertar para as purezas do mundo, engraçado, para muitos o dia novo representava mais um cruel dia onde o mundo mostraria suas artimanhas cruéis, para Touka, agora ele mostrava sua pureza, como um constante karma que a mesma estava a pagar, se torturando a se levantar a ninja seguia seu caminho rumo ao pequeno espelho do banheiro que ficava ao lado de quarto, limpando o rosto e afastando os cabelos roxos da cara a ninja se encarava - Desgraçada fodona – dizia para si mesma no espelho, uma revolta contra si e ao mesmo tempo um amor próprio inabalável.

Touka tinha acabado de tomar um demorado e refrescante banho e já respirava mais aliviada enquanto secava e penteava lentamente cada parte de seu cabelo, com um movimento suave, mas forte para baixo a ninja passava entre os fios o pequeno pente deixando assim seu cabelo do jeito que sempre costumava ficar, alongado e liso, ao terminar, se olhava no espelho apenas vestida de uma calcinha, apalpava seus peitos - Huum, estão maiores? –  se questionava, então se dirigia ao seu guarda-roupas ao lado e retirava um roupinha normal que mais lembrava um uniforme de colegial, com uma sainha curta, quando despida a mesma descia para o cômodo de baixo de sua casa onde aproveitava para se sentar na mesa enquanto bebia de um chá gelado, o irônico era que o dia estava frio e aquilo causava uma fudendo sensação de paz a Touka, que ao terminar de beber o chá apenas comia umas balas de mentas.

Os segundos, os minutos, e as horas se passavam rapidamente enquanto a ninja caminhava por Konoha, pulando de telhado em telhado a ninja continuava, nada tinha a fazer então apenas estava a passear -  Nossa, mas esse povo não se cansa da mesma rotina sempre? –  a ninja questionava aos ventos, sobre o seu povo, rotineiros cidadãos que continuavam sempre numa mesma rotina, mesmo trabalho, mesmo treino, mesma besteira, sempre e sempre, como se o mundo tivesse parado ali mesmo, como se o mundo fosse aquilo, apenas aquilo, não seria cansativo para eles? Era isso que Touka queria saber, o motivo do povo ter se acostumado tanto, ter se tornado tão fraco, mas ela não ligava, cada pessoa que se permitia ser tão inútil apenas era mais um que Touka poderia facilmente derrotar, e então, finalmente se tornar a verdadeira deusa do mundo.

O povo dizia que os dias cada vez se tornavam mais longos, seria verdade? Touka estava longe do vilarejo, no local que treinava sempre, andando sobre as águas com seu chakra, enquanto manipulava uma pequena bola de chakra em suas mãos, tentando assim aprender ao máximo sobre domínio de chakra que conseguisse, a ninja não apenas queria ficar naquele mesmo treino, então assim que falhasse e caísse sobre as águas voltaria para uma superfície e pegaria um livro que tinha pego na biblioteca mais cedo, a arte do ninjutusu e do selo, e então retornaria para seu mundo obscuro onde buscava aprender ao máximo sobre ninjutsus e selos, fazendo dos mais diversos selo em movimentos repetitivos, o ciclo infinito era capaz de rapidamente dar uma pequena dor no  seu pulso – Ser uma ninja, é um saco - dizia enquanto continuava seu treino, Touka não era as das mais paciência e muito menos a mais humorada, ela se chateava fácil e com tudo, então mesmo que o esforço para lhe deixar mais forte, de nada adiantaria. A ninja ainda tinha mais treinos a se fazer, por isso tentava aprender dos mais diversos jutsus, controle de sangue era a maestria de seu clã, e não viria a ser muito diferente para Touka, deslizando e dando giros o sangue fluía de sua boca saindo para fora, retirando de si mesmo o sangue era manipulado como um chicote afiado que lascava a pedra a ferindo levemente, irônico, como era sangue que estava a fazer aquilo as marcas ficavam na pedra se assemelhavam a sangue, parecendo assim que ela tinha realmente se ferido, o treino continuava intenso, as horas se passava até que a noite vinha a tona, uma lua que brilhava em encantos com a pequena água calma da cachoeira, Touka já estava cansada e naquela hora não queria voltar para casa, ficando por ali mesmo, deitada no chão com os pés na água enquanto deixava o frio noturno a abraçar, por alguns minutos, a ninja totalmente esqueceu seus problemas e sentimentos ruins, voltando ao passado quando era uma criança e sua mãe a levava para aquele local e elas ficavam ali a tarde inteira repousando e brincando na água, a cena vinha à tona em sua cabeça como um tiro, fazendo a despejar lagrimas pelo rosto - Eu te amo mãe – dizia a ninja, como se a mesma estivesse ali, seu plano de resgatá-la não tinha morrido, Touka sabia que uma hora, um dia, iria conseguir. 


HP 200/200 | CH 350/350 | ST 6/6
Considerações:
Aparência: Ficha

Nota: +2 em nin e +2 em selos, mas ficarão sobrando, 920 palavras
Equipamentos & Armas:
20x Senbon
05x Kunai
05x Shuriken

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Hitsugaya Tōshirō
日番谷 冬獅郎
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Re: [T] Touka - em 10/11/2017, 13:31

@Concluído - + 2 em Ninjutsus, + 2 em Selos
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