Naruto RPG Akatsuki
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UPDATES!
09.09.2017 — Exatamente um mês desde o último update, estou aqui hoje para avisar que o arco RUPTURAS está oficialmente encerrado. Ao longo dos próximos dias o tópico referente a ele será devidamente atualizado. Como prometido, novos sistemas virão (já estão disponíveis para o público ver e sugerir coisas) e novos Clãs/Kekkei Genkais também, além disto, muito em breve teremos o inicio de um novo arco.
ESTAÇÕES & EVENTOS
Ano: 08
Primavera:
14/11 - 07/12
Verão: 08/12 - 30/12
Outono: 31/12 - 22/01
Inverno: 23/01 - 13/02





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[Rank C] Ajudando a Vila Aliada - Akemi e Ideo.

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Olly Sivan

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Chūnin
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AJUDA À ALIANÇA


Fortalecendo os Laços


Sua CasaVerão14ºC1/3 Posts


Ambiente: A Névoa estava passando por dias bastante diferentes dos que costumava ter. Ao contrário de um tempo extremamente fechado e bastante nebulento, os céus dessa vez eram enfeitados por um misto de muita iluminação e chuviscos. O solo estava escorregadio e os estabelecimentos que restavam, preocupados em se proteger da chuva. O ambiente se resumia ameno, porque a maioria dos shinobis estavam ajudando na reconstrução da vila.

Narração: Quase no exato momento que um dos mensageiros do Mizukage bateu na porta de Akemi, outro também bateu na porta de Ideo. Dois shinobis de graduação gennin estavam sendo solicitados imediatamente no gabinete do líder da vila, que muito provavelmente confiaria a eles uma missão, algum afazer que envolvesse a busca por materiais de construção em uma vila próxima, ou quem sabe o requerimento de mais algumas mãos para ajudar no levantamento da vila. De qualquer forma, despreocupados com os motivos do homem, simplesmente se vestiram a caráter e foram, acompanhados, até o seu encontro. Se conheceram somente antes de entrar na sala.

Conteúdo do Papel/Missão:

Ajudando a Vila Aliada
Descrição:
Uma vila aliada sofreu uma guerra e agora ela está muito fraca. Ficamos sabendo que ainda sobrou um ninja da vila inimiga, e a sua missão é encontrar ele, que atende pelo nome de “Geki Yuugao”, e fazer esse favorzinho para a nossa aliança.

Considerações: Recebam a visita, se ajeitem e, depois, dirijam-se até o gabinete e, antes de entrar na sala, se encontrem para, juntos, receberem o papel com o conteúdo da missão das mãos do Mizukage.




OLLY KURAMA SIVAN

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Akemi Yuki

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A Solidão Cobra um Preço


ılı.lıllılı.ıllı..ılı.lıllılı.ıllı
HP: 200/200 • CK: 200/200
Tão rápido a jovem encostou sua cabeça em seu travesseiro, seus olhos fecharam-se. Deitada em sua cama, Akemi teve alguns longos minutos para enfim o sono lhe atingir, porém antes disto, ela não deixou de pensar em como estava se sentindo nos últimos dias. Yuki era uma garota com dificuldades em se relacionar com outras pessoas, porém mesmo ainda sob forte influência de sua timidez, ela não deixava de ansiar em ser uma pessoa normal - no que se diz respeito a "amigos". Já fazia muitos meses desde seu ultimo encontro com o orfanato que residiu durante a menor idade, seu corpo já se acostumava a solidão de tal forma, que raramente era possível lembrar-se da própria voz. A solidão a pegava de novo. Por fim, inquietou-se, mas com suas lamentações também vieram consequências. A primeira era o tédio patético que se abateu sobre ela como um grande moinho de vento sobre seu esbelto corpo feminino. Ela cansou-se de repente e como segunda consequência, adormeceu. No dia seguinte ela tratou de se levantar um pouco mais disposta, pois parecia revigorada por uma esperança irradiadora em seu íntimo. Movida por seus extintos vestiu sua roupa costumeira, uma camisa simples de algodão no tom cinza escuro, um short curto que lhe cabia um palmo acima dos joelhos e uma mini saia por cima do short cobrindo-o mais abaixo do joelho. Tratou de equipar sua mochila ninja prendendo-a na cintura também, ali continha alguns itens que poderiam ser úteis para a Kunoichi. Desta vez ela penteava-se de maneira mais desordenada, deixando seus enormes cabelos azuis caírem um pouco sobre teu rosto pálido. Seus pés a levaram até a cozinha onde preparou um bom e velho chá de ervas. Aproveitou inclusive para servir-se de geleia de pêssego e torradas com grãos.
 
— Akemi Yuki. — Bradou uma voz em frente a porta de sua casa. A jovem ainda descalça repousou sua xícara de chá sobre a mesa e caminhou até a porta. — H-Hai. — Gaguejou com uma voz doce e um sorriso tímido. — O Mizukage quer te ver. Me acompanhe por favor. — Apresentou uma mensagem contendo o símbolo da névoa. Precisamente era verídico e Akemi girou em seu próprio eixo retornando ao interior de sua casa — Só um minuto, preciso pegar minhas sandálias e um guarda-chuva. — Proferiu.
 
Assim como havia dito, ela pegou seus pertences e voltou sua atenção ao homem. Não o conhecia. Apenas o acompanhou enquanto a chuva reproduzia um som confortável aos seus ouvidos ao bater em seu guarda-chuva aberto sobre sua cabeça. Embora chovesse levemente, os aldeães estavam preocupados com seus comércios, protegiam o pouco que lhes restava depois de um ataque feroz a Kiri. Andaram juntos lado a lado e nenhuma informação lhe foi passada até o local. Adentraram um grande prédio administrativo da vila e em seu interior, novamente o mancebo se pronunciou a Akemi enquanto ela colocava seu guarda-chuva junto a um objeto de suporte na parede. 
 
— Este rapaz ali é Ideo. Ele também foi convocado para essa missão. — O mensageiro disse apontando para o jovem. — Olá, sou Akemi Yuki, porém pode me chamar apenas de Akemi. — O rubor em suas bochechas contagiavam seu rosto. — Bem, agora que já se apresentaram entrem. O Mizukage os aguarda. — Tornou a orientar os dois. — Como sabem nosso contingente está bem reduzido graças a nosso incidente com a fera Nibi, devo reforçar que estamos nos reerguendo e conto com a colaboração de todos, inclusive Gennins. Portanto, os trouxe aqui para uma tarefa. Conclua-a rapidamente e evitem riscos desnecessários. Isso é tudo. — Disse o Kage enquanto os permitia pegar o pergaminho da missão e ler seu conteúdo. Akemi saiu do local reverenciando o líder, juntamente com o companheiro de missão. — Parece que vamos trabalhar juntos, moço. O vilarejo é nosso aliado, ele nos fornece recursos, devemos ir até eles e enfim, capturar nosso alvo. Está pronto para isso? — Disse a moça olhando para o garoto. Aguardava que ele se pronunciasse a respeito da missão para enfim poderem prosseguir.

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Itsuki

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Chūnin
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O Próximo Passo: Rank C


Mais uma noite passava de forma quase instantânea, no conforto da sua casa e no doce embalo da sua cama Itsuki limitava-se a olhar para o tecto tentando adormecer, o som do exterior era insignificante e quase inexistente algo que o deixava bastante relaxado como se todo o mundo estive em paz, mesmo depois dos acidentes que quase devastaram a vila. O gennin planeava o que fazer da vida, considerava a sua rotina e acima de tudo durante mais quanto tempo teria aquela vida monótona de acordar, comer, trabalhar e voltar para casa no final do dia. Quando entrou para a academia ninja pela primeira vez ele julgava que iria explorar várias terras e aprender técnicas poderosas, no entanto as coisas tinham se tornado mais independentes do que julgaram, as saídas eram controladas por motivos de "segurança" e ironicamente era complicados aprender novas técnicas num local rodeado por água especialmente quando uma das suas naturezas elementais era o katon. 

Observando o relógio na sua visão periférica e contando as poucas horas de sono que ainda lhe restavam, Itsuki decidiu fechar os olhos e esperar que eventualmente adormece-se, pouco por pouco ele acabava por se desligar do mundo até que eventualmente ele apagou. Graças a uma janela mal fechada, um dos poucos raios de sol que passavam pela aldeia naquele dia nublado chocavam contra o seu rosto como se fosse um despertador natural e de certa forma impossível de apagar. Levantando-se da cama de forma lenta e desajeitada, Itsuki levava o seu cobertor e arrastava-o pela casa averiguando se estava tudo no sitio, começando com uma pequena paragem no banheiro publico o gennin acabava por se barrar com alguém de certa forma inesperada, o seu irmão mais velho Dante.


— Dante? Estavas em casa? Não te ouvi chegar... - Respondeu Itsuki entregando o mesmo, tentando manter uma postura confiante como se soubesse o que estava a fazer.

— Sim cheguei de noite a meio da manhã, provavelmente já estavas a dormir. Mas enfim eu não tenho tempo de conversar, tenho uma missão agora mesmo e tenho que ir a correr para o portão da aldeia. - Respondeu o seu irmão mais velho sem efectuar contacto visual, arrumando alguns itens dentro da sua mochila.

— Agora tão cedo? Nem sei que horas são mas pelo silêncio lá fora ainda deve ser bem cedo. Desde o incidente na aldeia as construções têm começado bem ao nascer do dia e eles ainda não começaram a trabalhar. 

— Pois, tem de ser. Temos de trabalhar e seguir em frente. A vida não espera por ninguém mas isso agora não importa. Eu vou andando, quando saíres fecha as portas e coisas assim. Não esperes por mim para jantar mas não te enchas de doces. - Com um comentário irónico e colocando a mochila as costas, o moço saiu porta fora sem deixar nenhum tipo de rasto.

Sem nada para fazer e ainda sendo tão cedo, Itsuki voltou para a cama para tentar dormir mais algumas horinhas antes de ter que se preparar para sair, passando pela cozinha para roubar algumas bolachas Itsuki voltava em direcção ao quarto quando de repente um leve bater fez-se soar na sua porta. O gennin parou instintivamente e olhou para a porta, ele não sabia quem estava do outro lado visto que ainda era cedo mas parte de si julgava que era Dante que se tinha esquecido de alguma coisa importante para a sua missão. Caminhando em direcção a porta ainda com o cobertor amarrado ao corpo Itsuki abriu a porta e deparou-se com um shinnobi da aldeia portando um documento oficial ou pelo menos era oficial visto que portava o selo oficial de kirigakure.

— Terumi. Terumi Itsuki?

— Sim sou eu. O que se passa?

— Você foi convocado pelo Mizukage. Me acompanhe por favor. 

— A estas horas? O que foi que eu fiz? - Question o gennin bocejando enquanto coçava o olho.

— Você foi convocado para um missão. Peço apenas que me acompanhe por favor. 

Um pouco contrariado Itsuki baixou o cobertor de modo a que este não cobri-se mais a sua cabeça e espreitou para dentro de casa para ver que horas eram, não tinham passado mais de vinte minutos desde que tinha saído da cama. Bocejando com a mão a frente da boca para não parecer rude, o gennin virou as costas voltando para dentro de casa murmurando algo em voz alta de modo a que o shinobi enviado o pudesse ouvir.

— Certo. Me dê apenas cinco minutos para me preparar e arrumar as coisas.

Voltando para o interior de sua casa arrastando o cobertor, Itsuki iria atirar o mesmo para cima de sua cama visto que já não havia tempo para arruma-la, o essencial agora era fechar as janelas e portas para não ter a surpresa de chegar a casa e encontrar metade dos poucos bens que tinha roubados. Com essa parte concluída restava-lhe agora sair do seu pijama e colocar uma vestimenta decente, o seu vestuário tradicional para sair de casa, as botas castanhas normais feitas de cabedal e as suas calças de um tom preto. Devo ao tempo era ideal não esquecer o casaco de mangas compridas que ele normalmente mantém arregaçada de modo a lhe dar mais liberdade nos seus movimentos, mas que desta vez ele seria vestido em condições por questões de combater o clima radical de Kirigakure.

Agora que estava vestido e pronto para sair, Itsuki acompanhava o suposto shinobi até ao gabinete do Mizukage, a distância não era muito grande por isso a caminhada não seria muito longo. Olhando em redor era aparente que os danos causado pela bijuu não era poucos, o trabalho que maior parte dos habitantes da aldeia tinham para deixar o local novamente habitável era duro mas acima de tudo era algo digno de respeitar, ver as pessoas a trabalhar não só para restaurar mas também para novamente elevar a aldeia de Kiri ao seu estatuto, ao esplendor que tinha antes. Chegando ao gabinete o shinobi apontava para uma pessoa que também estava na sala, uma garota que parecia ter mais ao menos a sua idade, ela tinhas os cabelos azulados e a primeira vista parecia ser a personagem principal de uma história de ficção ou de banda desenhada, recebendo a instrução de se apresentarem, Itsuki ficou surpreso ao ver a moça tomar a iniciativa ela parecia tão confiante e educada que o jovem sentiu na obrigação de responder da mesma forma.


— Olá, sou Akemi Yuki, porém pode me chamar apenas de Akemi.

— Akemi? Hmm prazer. Pode me chamar de Itsuki ou ikki. Como preferir.

— Bem, agora que já se apresentaram entrem. O Mizukage os aguarda. - Comentou o gennin que os acompanhava apontando para a porta antes de abandonar o local.

Sem muita alternativa, tanto ele quanto Akemia entraram na sala e pararam a poucos metros da secretária do mesmo. A presença de alguém tão importante deixaria qualquer um nervoso e Itsuki não era excepção, evitando contacto visual directo, o jovem mantinha os seus olhos fixados no chão mantendo uma postura imóvel enquanto que a explicação era dada. Os detalhes da missão eram bastante claros, devido aos conflitos, uma vila aliada não muito longe de onde estavam, estava muito fraca e com pouca força militar no entanto ainda havia a certeza de que um shinobi de uma vila inimiga conhecido por “Geki Yuugao" ainda estava nas imediações da mesma. Era óbvio a importância dessa missão tanto a fim diplomático mas também a nível de segurança visto que com as defesas fragilizadas a vila aliada não tinha meios de se defender o que punha em causa a segurança de todos.

[Kage]— Como sabem nosso contingente está bem reduzido graças a nosso incidente com a fera Nibi, devo reforçar que estamos nos reerguendo e conto com a colaboração de todos, inclusive Gennins. Portanto, os trouxe aqui para uma tarefa. Conclua-a rapidamente e evitem riscos desnecessários. Isso é tudo.

Assim que a explicação foi concluída o grupo despediu-se do seu líder e saíram pela mesma porta que tinham entrado, Akemi parecia tomar a iniciativa ou pelo menos a liderança do grupo. Itsuki não estava minimamente preocupado visto que alguém com as suas capacidades não teria nenhum desafio ou obstáculo, talvez fosse convencido ou arrogante da sua parte assumir que o acto liderar fosse algo abaixo de si, no entanto e especialmente porque não tinha motivos para pensar o contrário, aquele parecia ser um mau menor.

— Parece que vamos trabalhar juntos, moço. O vilarejo é nosso aliado, ele nos fornece recursos, devemos ir até eles e enfim, capturar nosso alvo. Está pronto para isso?

— Estou pronto. Lidere o caminho, eu lhe acompanharei Akemi-chan.

Dito isto o ideal seria ir em direcção ao portão principal da aldeia para que pudessem sair da vila de kiri e ir em direcção ao caminho da vila aliada, momentos antes de abandonar a vila Itsuki perguntaria a Akemi se a mesma tinha conhecimento do caminho a tomar ou no mínimo a direção correcta visto que não seria aconselhado apenas sair sem saber em concreto para qual lado era correcto. Durante o caminho o gennin perguntaria a sua companheira de equipa algumas questões sobre a sua pessoa, mais concretamente as suas aspirações a shinobi e o porque dela ter seguido tal caminho, não conhecendo muito sobre a pessoa que o acompanhava, parte de si espera que ao menos ambos tivessem algo em comum ou algum interesse que fosse partilhado pelos dois.


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Olly Sivan

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Fortalecendo os Laços


Ruas da NévoaVerão15ºC2/3 Posts


Ambiente: Chove mais forte e está ainda mais quente que quando adentraram o gabinete, porém não o suficiente para deixarem de sentir frio. A movimentação dos cidadãos que auxiliam na reconstrução da vila continua a mesma.

Narração: Agora que já houveram apresentações, nada mais justo e ideal que dar início e seguimento às suas tarefas. Correspondendo as expectativas do Mizukage, Akemi e Itsuki caminharam por cima dos destroços e, em alguns momentos, chegaram inclusive a ajudar aqueles que se preocupavam em levantar as estruturas da Névoa novamente. Quando chegaram nos portões da vila, abastecidos com as coordenadas que um dos secretários do seu líder havia dado antes de abandonarem o gabinete, sabiam exatamente para onde ir, e foi isso o que fizeram. Restava-nos imaginar como o entroçamento da dupla aconteceria.

Considerações: Eu não narrei que vocês chegaram até a vila aliada, mas podem considerar que aconteceu. Quase próximo ao fim dos seus posts podem começar a procurar por informações com os aldeões sobre o paradeiro do ninja inimigo. Narrem também que conseguiram dados o suficiente para rastreá-lo e, somente aí, parem de narrar.




OLLY KURAMA SIVAN

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Akemi Yuki

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Uma flor de Espinhos


ılı.lıllılı.ıllı..ılı.lıllılı.ıllı
HP: 200/200 • CK: 200/200

Enfim bem apresentados e munidos de informações preciosas, Ikki e Akemi agora caminhavam rumo aos portões. Como era esperado o clima não ajudava-os tanto como gostariam, porém, a forte chuva era uma coisa que não abalou a vontade da garota. Liderar ou não era questão de opinião. Em seu íntimo ela sabia que não importaria quem fosse carregar a responsabilidade. Aliás, para ela era precisamente mais importante seguir o que o Mizukage disse. "Evitar riscos desnecessários." Uma coisa a incomodava mais do que ter que ver sua terra natal naquele estado enquanto caminhava aos portões. O sufixo "chan" utilizado há pouco por Ikki rendeu a garota um olhar muito discreto que provavelmente passaria em branco por ele, mas que para ela significava sua reprovação. Ela não tinha dado tal liberdade, não o conhecia e por mais que ansiasse em possuir um laço intimo com alguém, ela não se dava ao luxo de sucumbir a isto. Em seu caminho ela ajudou os moradores. Ao finalmente chegar aos portões começou uma incansável caminhada a passos moderados. Daquele momento em diante assim que seus pés cruzaram a linha imaginária dos portões da vila não disse mais nada. Manteve-se alerta e bem calma, a chuva permanecia forte sobre seu corpo, seria talvez um incomodo muito grande a muitos, porém o clima chuvoso era algo que os ninjas de Kiri passavam a se acostumar, às vezes a força. Levando em conta também que baixas temperaturas particularmente não afetavam seu corpo - Akemi pertencia ao clã Yuki - obviamente sua resistência a temperaturas baixas se devia a sua Kekkei Genkai secreta.
 
— Chegamos. — Rompeu o silêncio depois de muito tempo. Seus cabelos úmidos estavam pesados, colados em sua maioria em seu corpo igualmente molhado. — Ikki-Kun — Referiu-se sem dar intimidade a ele. — Devemos procurar pelo "chá de ervas" que o papai nos pediu para comprar. Eu vou procurar nas lojas deste lado, espero encontrar... Nos encontramos aqui em alguns minutos... "Irmão". — Lógico que aquele teatro se devia ao fato de que ela não queria chamar a atenção de ninguém e claro que tinha certeza que Ikki entenderia o artifício da menina. Ele poderia fazer como bem entender, desde que retornasse ali depois de procurar o paradeiro do homem. Caso ele encontrasse - ou não - a usuária de Hyuton também faria a parte dela.
 
Depois de algum tempo, espiando em diversos comércios da cidade, Akemi não pode deixar de ouvir os moradores do vilarejo se comunicando. Eles balbuciavam que coisas terríveis estavam acontecendo a vila e que o responsável por trás disso era um homem que se chamava Geki Yuugao. Era o alvo dos Gennins e para a sorte de ambos ela descobria a princípio que a ultima vez que ele fora não fazia muito tempo. Com aquelas informações em mãos, Akemi retornou conforme havia prometido no ponto de encontro. Ao ver que o Gennin também voltava, ela foi de encontro a ele. Os rastros do alvo eram frescos e bastava segui-los para enfim encontrá-lo.
 
— Consegui algo. Acho que podemos encontrar o nosso chá não muito longe, mas gostaria de saber se conseguiu alguma coisa também. — Disse ela timidamente. Um sorriso discreto escapou pelo canto dos lábios da jovem. Ela parecia feliz em conseguir fazer algo sem falhar. Caso Ikki também obtivesse alguma informações a garota gostaria que ele compartilhasse também.


Considerações:
Não queria invadir a liberdade do narrador, deixei subentendido que consegui a informação, caso o narrador prefira dar exatamente o paradeiro do alvo fica em aberto. Caso um de nós dois tivermos liberdade, no próximo turno a gente já descreve onde ele vai estar.

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Itsuki

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O Próximo Passo: Rank C


Iniciando a missão que lhes tinha sido atribuída, uma coisa era rapidamente notada, a chuva veio para ficar e o clima pelo qual kirigakure era conhecido iria sem dúvidas nenhuma acompanhar-lhes durante aquela jornada, por sorte o casaco que ele tinha assim como maior parte das suas roupas eram feitos de uma material impermeável especialmente as suas botas o que ajudava bastante a combater no tempo, Itsuki nunca foi muito fã do seu vestuário visto que ele era sem dúvida nenhuma mais pesado do que roupas comuns e em dias mais quentes era um inferno sair na rua mas em alturas como aquela em que a chuva não parecia parar, ele fica satisfeito por saber que vinha bem protegido. Resumindo nada melhor do que roupa a prova de água num local onde quase sempre chove, já o mesmo não se podia dizer de Akemi que estava tão molhada que parecia pesar mais cinco ou dez quilogramas do que o normal no entanto isto eram pensamentos que o jovem mantinha na sua cabeça pois se havia uma coisa da qual tinha a certeza é que comentar sobre o peso de uma mulher era duas ou três vezes pior do que ter um segundo desastre com uma bijuu.

O caminho até a aldeia foi até bastante agradável, apesar de Akemi não falar muito pelo caminho, Itsuki sentia-se até bastante satisfeito por ter uma companhia a fazer as mesmas missões que ele, se no futuro isso continuasse a acontecer, talvez ele não teria que passar tanto tempo sozinho. Ele estava convencido que a solidão não o afectava ou pelo menos não a um nível que ele pudesse detectar no entanto mais tarde ou mais cedo de certeza que aquilo teria um impacto negativo na sua moralidade ou mesmo no seu estilo de vida. Um dos aspectos mais irónicos foi quando ambos os gennins tiveram de ajudar alguns moradores da aldeia a levantar algumas estruturas que tinham sido destruídas, para Itsuki até foi uma tarefa algo facilitada visto que desde pequeno teve uma certa aptidão para o lado físico da vida especialmente quando a área de genjutsu foi instantaneamente abdicada assim que entrou na academia mas bem lá no fundo o jovem tinha achado uma certa piada ao ver Akemi a tentar fazer coisas que envolviam mais de o triplo do seu tamanho.

Chegando a suposta aldeia aliada depois de umas mais que agradecidas instruções por parte dos ninjas da sua aldeia, uma coisa era óbvio, a aldeia de kiri não tinha sido a único com problemas. Havia muito mais destruição naquele local do que o jovem estava a espera, ele não tinha muitas expectativas visto que o lorde Mizukage tinha mencionado que as defesas da aldeia estavam fracas mas ao observar o estado actual com os seus próprios olhos, aquele local não passava de um enorme acampamento para pessoas refugiadas. Ele conseguia contar com uma mão a quantidade de estruturas e edifícios ainda em pé depois da guerra e agora que estava a chover eram muitas as pessoas que dirigiam-se a um local só para garantir algum tipo de protecção ou salva-guarda contra o tempo, para não falar que o gennin mal podia imaginar do resto.


— Chegamos.

— Sim, pelos vistos as coisas aqui também não estão facil. Ainda bem que não existe muita coisa ainda de pé. Torna a busca mais fácil - Comentou o Terumi com um sorriso provocador no rosto tentando fazer a colega rir um pouco

— Ikki-Kun. Devemos procurar pelo "chá de ervas" que o papai nos pediu para comprar. Eu vou procurar nas lojas deste lado, espero encontrar... Nos encontramos aqui em alguns minutos... "Irmão".

Ainda meio distraído com o que lhe rodeava, Itsuki foi meio apanhado de surpresa pelas palavras de Akemi, para quem passou todo o caminho praticamente calada, aquele mini-teatro pareceu de certa forma fora do comum. Mas o motivo era óbvio e de certa forma bastante inteligente visto que ambos estavam fora da sua zona de conforto e num local onde teria pouco ou talvez nenhum tipo de apoio caso as coisas corressem mal e tendo em coisa que o lorde Mizukage pediu especificamente para "Evitar riscos desnecessários", aquela parecia uma boa solução. Decidindo alinhar no jogo de Akemi, Itsuki decide testar o quão longe a moça estava dedicada em manter-lo, especialmente para alguém tão reservado quanto ela, a ideia era atiçar até ao ponto de Akemi reparar que por obra do destino tinha tido a honra de trabalhar com uma das melhores pessoas da aldeia, talvez fosse convencido da sua parte assumir isso no entanto das poucas pessoas que lhe conheciam, nenhuma deles adicionaria a palavra humilde a sua lista de qualidades


— Certo, mas nada de gastar o dinheiro em doces Akemi-chan, se ficar comendo essas coisas antes do almoço depois perde o apetite. Ou fica com dor de barriga, depois vou ter que te levar ao colo novamente que nem uma criança e de certeza que não quer passar por isso de novo... née? Akemi-chan...? - Respondeu Itsuki colocando a mão sobre a cabeça da jovem, intencionalmente quebrando a barreira de intimidade que a jovem se esforçou para manter o caminho todo com um sorriso sarcástico no rosto

Não dando a Akemi tempo para responder, especialmente porque parte de si tinha quase a certeza de que a garota provavelmente lhe daria um berro e perderia a compostura, Itsuki iria dar um pequeno toque no nariz dela com o seu dedo antes de correr em uma direcção aleatória deixando-a sozinha naquele local, pelo menos por agora. Focando agora os seus esforços para encontrar o homem, o ideal seria sem dúvida nenhuma procurar nas partes mais discretas da aldeia aliada, tendo em conta que se tratava de um inimigo para a aldeia, o mesmo provavelmente seria reconhecido caso opta-se por andar entre os cidadãos e se Itsuki fosse aquele homem, ele também optaria por se manter oculto e o mais longe de olhos curiosos possíveis.

Becos, ruas estreitas com pouco movimento ou talvez estabelecimentos demasiado populados ao ponto de ser impossível  lembrar da cara de alguém seriam um bom local, outra bom solução seria andar pelas ruas e meter conversa com as pessoas, se Itsuki menciona-se que havia alguém causando confusão ou andando pela aldeia de modo suspeito, talvez uma das pessoas conseguisse identificar a pessoa de quem estava a falar visto que todas as pessoas que moravam naquele local tinha uma breve ideia de quem eram os seus vizinhos e acima de tudo de quem era habitual naquelas zonas ou de quem aparecia pouco, assim que tivesse algo regressaria ao local onde tinha deixado Akemi e caso ela ainda não tivesse chegado esperaria lá pela mesma visto que não faria sentido andar a procurar dela num local que nem Itsuki tinha a certeza de como navegar


—  Consegui algo. Acho que podemos encontrar o nosso chá não muito longe, mas gostaria de saber se conseguiu alguma coisa também.

— Sim, eu ouvi um monte de rumores e todos apontam para a mesma lista, pelos vistos vai ser muito mais fácil encontrar o que procuravamos do que eu pensava

O ideal agora seria trocarem informações para ver se ambas batiam certo e caso isso acontecer o próximo passo seria planear a melhor forma de ir atrás desse individuo tão misterioso


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Olly Sivan

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Vilarejo AliadoVerão11ºC3/3 Posts


Ambiente: Repentinamente, a chuva cessou e o pouco de calor se esvaiu. Há muitos sinais de guerra espalhados pelo vilarejo, prédios caídos e casas depredadas, armas no chão e nas paredes de edificações. O som que mais se faz ouvir é o choro dos cidadãos.

Narração: A dupla tinha alcançado o seu destino e havia sido surpreendida pela mudança repentina de clima, que acabou lhes auxiliando na busca pela figura inimiga. Itsuki e Akemi se distanciaram e conseguiram, através de diálogos ou somente audição aguçada, ouvir aquilo o que os aldeões tinham para dizer sobre o paradeiro do alvo: "Quando terminamos as coisas, ele fugiu para o norte. Não faz muito tempo que partiu, provavelmente conseguiríamos alcançá-lo em trinta minutos com uma boa corrida, mas... As coisas por aqui não são as melhores."
Partindo, veloz, a dupla se preparava psicologicamente para um confronto que definiria o resultado da missão. Mas isso não durou muito, já que precisavam agora mostrar eficiência diante do combate. Como o morador do vilarejo disse, eles não tardaram a lidar de frente com Geki, um homem esguio e de cabelos pretos, trajando vestimentas escuras e coladas ao corpo, duas espadas presas em x nas costas e, aparentemente, mais habilidade que os outros dois.

Considerações: Façam o caminho do vilarejo aliado até a figura inimiga e, depois, desenvolvam o combate sozinhos. Por serem muito novos no RPG, naturalmente vocês não possuem habilidades o suficiente para que eu lhes coloque contra alguém consideravelmente forte. Digo, se for para colocá-los contra pontos baixos, é preferível que vocês simplesmente contem como aconteceu da forma que quiserem. Não se esqueçam do trabalho em equipe e do quão ideal é vocês se basearem nos movimentos uns dos outros para vencerem, juntos. Uma última observação é que a aparência do homem é parecida com a do Sai, do anime. Usem das características, e até mesmo das espadas, como adereços para seus posts, isso é bacana.




OLLY KURAMA SIVAN

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Akemi Yuki

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O que habita em seu coração?


ılı.lıllılı.ıllı..ılı.lıllılı.ıllı
HP: 195/200 • CK: 200/200

A determinação em seus olhos pareciam brilhar como nunca, pois ao que parecia havia conseguido informações relevantes afinal. Ela repassou parte da conversa que ouvia outrora entre ninjas que ali residiam enquanto o garoto complementava a informação com a parte dele. [...] Ambos correram o mais rápido que suas pernas poderiam aguentar, obviamente a jovem não era tão veloz e por consequência talvez seria ultrapassada pelo outro Gennin. Isso não importava de fato, na redoma da floresta Ikki e ela marcharam em busca de seu antagonista. Diferentemente de antes, algo parecia consumir Akemi pouco a pouco em pensamentos distantes, ela estava completamente insegura e aparentemente não se sentia bem com isso, emocionalmente falando. Parecia que a adrenalina e o fato de estar chegando ao destino tornara a situação desafiadora demais para a garota, pois sua respiração que outrora permanecia num ritmo constante mudou para uma variável irregular, a ansiedade crescia em seu peito na mesma proporção que se aproximavam de seu alvo. Foi quando de repente ela pode notar que a chuva havia cessado. Quase completamente no lado de fora da vila, enfim os dois Gennins se encontraram diante do inimigo: Geki. Ele estava de costas para os dois naquele momento, parado e olhando para o horizonte, claramente aparentava estar confiante devida a postura. Ele os aguarda. Era um homem cuja tamanho era superior claramente ao da menina e eu corpo também era visivelmente mais forte do que o frágil corpo feminino da Kunoichi, levando isso em consideração ela pode constatar que ela não teria como vencê-lo diretamente e que facilmente poderia estar em perigo caso ele a atacasse com Taijutsu.
 
— Eu estava esperando vocês. — Disse o inimigo. Geki era mais experiente que ambos e possuía claramente a habilidade de sentir o Chakra inimigo, talvez fosse um ninjas com características de rastreadoras. — Vocês claramente não sabem quem sou. — Debochou ainda de costas para a dupla. — Os camponeses que vocês viram na vila são minha fonte de dinheiro mais lucrativa. Extorqui-los agora que estão visivelmente fracos me trás a oportunidade de arrecadar muito mais do que antes, Kirigakure está tão arrasada quanto este vilarejo e portando eu sabia que seria fácil caso eles enviassem ninjas da névoa. — Ele lentamente girou ficando enfim de frente para ambos. Pode-se notar também que em suas costas duas espadas eram sacadas lentamente. — Eu sabia que eles enviariam lixos como vocês. E por isso não me preocupo.— Era confiante demais.
 
Visivelmente impressionava, Akemi posicionou-se a uma distancia exata de oito metros de seu antagonista, o que lhe daria uma chance de reação caso uma investida ocorresse. Ela sabia que aquele homem era um verme e em seu coração queria que ele fosse derrotado mais que tudo naquele momento. Porém essa sensação não vinha ligado a nenhum sentimento, não conhecia o ódio ou o amor, aquela garota era vazia, devida a solidão. O homem enfim tomou em mãos suas armas brancas enquanto uma corrente de ar gélido vinda de trás do agressor veio de encontro ao rosto de Akemi.
 
— O que é... — Sussurrou enquanto trazia junto a si os braços frente aos seios. Sua respiração voltou a ficar irregular, sua postura ereta de outrora se recolhia deixando clara a fragilidade que se sobrepôs sobre ela. A brisa havia trazido consigo uma aroma muito peculiar: o cheiro de morte... O cheiro de sangue. O corpo da garota estremeceu e suas pernas já não correspondiam a suas ordens, involuntariamente a jovem mordia o lábio de leve tentando de alguma forma conter um possível grito. Ela enfim pode observar mais claramente de onde vinha esse cheiro. Os olhos da garota não brilhavam como outrora, lentamente eles se dirigiram ao homem, mais precisamente as lâminas de ambas as espadas que ele portava frente ao corpo. Havia sangue ali e isso era nítido. Geki havia feito vítimas mais cedo. Ela mal teve tempo para recuar dali, um passo para trás foi a única coisa que deu antes de ser atingida violentamente com uma joelhada na boca do estômago.
 
— Essa aqui eu já vi que aceitou que perdeu. — Disse mais uma vez o homem confiante enquanto olhava a garota de joelhos a sua frente. Ela mantinha-se naquela posição indefesa. O golpe em si causou uma dor considerável a Kunoichi, mas não era de longe algo fatal, apenas acabou tornando-a mais vulnerável a um possível novo ataque. Mas o por que ela não conseguia fazer nada? Era óbvio. Seu medo mais profundo - o sangue -  lhe trouxe uma sensação de morte que ela jamais esqueceria algum dia, um trauma meses atrás voltava a açoitar o corpo franzino de Akemi e, sem reação a garota parecia aceitar seu fim. A lembrança do ataque de Nibi a Kirigakure veio imediatamente em sua mente, lembrança fresca e eternizada que afogou a garota num mar de desespero. — Ikki... D-desculpe. — Disse enfim alguma coisa. Embora ela acabasse desenvolvendo aquelas palavras ela não esboçou nenhum sinal de reação. O seu corpo estava gelado devido ao choque daquelas lembranças foi quando uma peculiaridade acabou se tornando notável a todos que ali estavam presentes. Involuntariamente a garota havia liberado seu Chakra numa densidade nunca antes vista, a temperatura despencara quase imediatamente. Os gramado verde e úmido daquela floresta começou a tornar-se branco pouco a pouco. Parecia que a temperatura tinha a exata relação com a sensação que a garota sentia ao lembrar-se daquela noite quando tudo que conhecia havia desmoronado diante de si. — NIBI! — Bradou desesperadamente. A figura do gato assassino veio imediatamente em sua cabeça. Alucinada e completamente aterrorizada uma estranha membrana de água se levantou em frente ao antagonista, inofensiva e sem qualquer intenção assassina. Uma bola de água pequena se formou em frente a Akemi lentamente indo na direção de Geki.
 
— O que é isso? — Questionou o homem no exato momento que deu alguns pulos para trás tentando evitar que a água lhe tocasse. — Essa técnica é tudo que tem? Isso é só água, não tem intenção de me matar com isso? — Debochou ao notar que a bolha de água caia em seus pés inutilizada. — Bem é hora de acabar com você.— Segurou o cabo de sua espada mais fortemente. Foi quando se deu conta que estava fixo ao chão. Por questão de pura sorte havia liberado parte de seu poder oculto, sua Kekkei Genkai despertava numa pequena fração de sua capacidade máxima. O Chakra que ela despejava na atmosfera havia feito com que o frio chegasse a uma temperatura de exatos 1 grau. Suficiente para criar quase instantaneamente uma fina camada de gelo nos pés úmidos pela bolha de água inocente de outrora. Por sorte do destino o homem agora estava imobilizado  - por poucos segundos - e agora uma brecha havia sido criada. Seria Ikki capaz de aproveitar o deslize daquele ninja confiante? Akemi só saberia no momento seguinte, já que não poderia fazer mais nada aquela altura. Naquela altura a fobia por sangue de Akemi e seu trauma do passado, revivido pela sensação de batalha tornaram a garota um possível alvo, porém em momento algum mesmo em meio ao pior pesadelo ela derramava uma lágrima sequer. Caso Ikki conseguisse aproveitar aquela situação e derrotar o inimigo, Akemi deveria ser levada imediatamente para Kirigakure e deixada aos cuidados de algum Iryo Nin.


Nota:
— Akemi apresenta uma clara fobia a sangue que por consequência é interligada a lembrança ao ataque de Nibi, o Bijuu. Tentei seguir a linha de raciocínio do Haku quando ele descobre que pode usar ninjutsu. Ele faz na inocência e inconsientemente ele desperta a kekkei Genkai contra uns inimigos, matando geral. Tentei ser mais coerente e apenas prender os pés do NPC no chão por tempo suficiente pro Ideo finalizar ele. Como Geki recuou de Akemi num primeiro momento por causa de desconfiar da água, entre ambos existe uma distância de nove metros.
— Congelar o terreno é como uma "Passiva" que não consome meu Chakra, ou seja, sem descontos no turno.

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Itsuki

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Chūnin
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O Próximo Passo: Rank C


Após encontrarem-se novamente, Akemi e Itsuki partilharam ambos a informação que tinha recolhido, ironicamente as peças juntavam-se perfeitamente ao ponto de descobrirem a localização do tal malfeitor em questão de segundos. Partindo de forma imediata os gennins partiram em direção a suposta floresta que seria o campo de batalha para aquela situação, durante o caminho Akemi era ultrapassada algumas vezes devido a diferença dos físicos dos gennins porém Itsuki fazia questão de aguardar ou de abrandar os passos de modo a dar tempo a sua companheira de equipa de lhe acompanhar sem muito atraso, especialmente porque provavelmente era um situação da qual não seria boa ideia avançar sozinho esperando o melhor.

Minutos depois o duo finalmente se deparava com a pessoa que eles julgavam “Geki Yuugao",o individuo estava de costas para os gennins observando o horizonte mantendo uma postura orgulhosa e confiante. Ele era mais mais alto porém a diferença não era muita, se tivesse que assumir, Itsuki diria que o homem era da mesma altura ou talvez um ou dois centímetros maior que Dante, o seu irmão mais velho no entanto isso não o preocupava. Itsuki era bem constituído fisicamente, uma situação corpo a corpo não o deixava preocupado e de certa forma o deixavam ansioso para não que não falar que de momento não tinha muitas alternativas de longo alcance o que deixava uma situação de taijutsu o tipo de combate mais obvio.


— Eu estava esperando vocês.

— É sempre bom saber que temos fãs - Respondeu Itsuki olhando para Akemi de mãos nos bolsos

Com as mãos nos bolsos, o gennin agarra numa kunai com a sua mão dominante preparando-se para combater, ele focava-se nos movimentos do inimigo numa tentativa de interceta-lo caso este avança-se para um embate directo. No entanto a primeira coisa que lhe chamou a atenção foi Akemi que tomou um postura um pouco estranha

— Vocês claramente não sabem quem sou. Os camponeses que vocês viram na vila são minha fonte de dinheiro mais lucrativa. Extorqui-los agora que estão visivelmente fracos me trás a oportunidade de arrecadar muito mais do que antes, Kirigakure está tão arrasada quanto este vilarejo e portando eu sabia que seria fácil caso eles enviassem ninjas da névoa.

— Eu sabia que eles enviariam lixos como vocês. E por isso não me preocupo.

— Lixo? Isso é desnecessário. Eu sei que ela não parece ser muito feroz, especialmente com o seu cabelo azul de protagonista, porém ela esta acompanhada de mim. Olha que poucos têm essa honra, para não falar que o único lixo é aquele que vai ser derrotado por um par de crianças - Ameaçou Itsuki dando um passo em frente cerrando os seus punhos.

Olhando para Geki, o gennin tentava analisar qual seria o estilo de luta do seu adversário, pelas espadas que tinha provavelmente kenjutsu seria a resposta certa mas para ter a certeza o melhor seria usar uma das usas kunais para se defender ou no mínimo para utilizar em combate caso fosse necessário. Olhando para Akemi, ela parecia meio incerta com o sucedido, como se a sua cabeça não tivesse focada no combate o que talvez não era a melhor altura naquele momento.

— O que é...

— Sim, pelos vistos as coisas aqui também não estão fácil. Ainda bem que não existe muita coisa ainda de pé. Torna a busca mais fácil - Comentou o Terumi com um sorriso provocador no rosto tentando fazer a colega rir um pouco

— Essa aqui eu já vi que aceitou que perdeu.

— Okay e que tal lutar com alguém que não cai no primeiro golpe.

Interferindo no combate, Itsuki saltou em direcção a Geki e aplicou um pontapé ascendente, obrigando-o a afastar-se de Akemi alguns metros, a primeira vista ela parecia bem com a excepção de um golpe um pouco desprevenido no entanto nada que um copo de chá quente e algum conforto emocional não resolve-se. Iniciando o confronto com o adversário, Itsuki começou por aplicar dois golpes horizontais mas eles foram rapidamente interceptados e acima de tudo bloqueados por Geki, cada golpe conectado empurrava-o um ou dois centímetros para a direcção oposta. Depois de tanto tempo a treinar o corpo resultados como aquele apenas mostravam que o treino estava muito longe de estar no fim, retirando uma kunai do seu bolso Itsuki planeava usa-la para perfurar o seu adversário mais Geki rapidamente bateu nas mãos do gennin com a parte lateral da sua espada fazendo o gennin largar a arma no ar rodando aleatoriamente.

Usando os seus instintos Itsuki saltou em cima de Genki usando o mesmo como uma plataforma e rapidamente pontapeou a kunai que tava no ar em direção ao mesmo fazendo a mesma furar a sua perna e ficar presa na mesma. Sem muita forma de se esquivar Geki aplicou um forte soco nas costas do gennin lançando-o contra o chão e fazendo-o rolar alguns metros, Akemi e Itsuki não estavam muito longe um do outro e graças a arma do jovem Terumi a mobilidade de Geki tinha sido diminuído o que ajudaria um pouco a situação dos jovens gennins, o sangue manchava a sua roupa e uma pura expressão de odio era possível ver no rosto daquele homem porém a coisa que no meio daquela situação foi mais surpreendente foi o facto de Akemi, no meio daquela timidez e personalidade falou pela primeira vez.


— Ikki... D-desculpe.

— Huh? Não se desculpe, esta tudo bem. O combate ainda não acabou... - respondeu o gennin num tom baixo colocando-se novamente de pé tentando recuperar do golpe.

De uma forma inesperada, uma pequena bola de água formou-se a frente de Akemi e foi em direção a Geki, não era nada fora do normal visto que num local denominado país da água era perfeitamente normal aparecerem shinobis com o elemento Suiton, a bola de água foi em direção a Geki deixando-o bastante confuso e com o ferimento que tinha na perna a sua primeira reacção foi evitar que mais alguma coisa lhe tocasse porém a bola apenas caiu junto aos seus pés de forma completamente. Itsuki também não sabia o que se passava por mais que tentasse justificar, não sabendo o que proceder Itsuki preparava-se para avançar novamente para cima de Geki na esperança de terminar aquele combate uma vez por todas.

— Essa técnica é tudo que tem? Isso é só água, não tem intenção de me matar com isso? Bem é hora de acabar com você.

De uma forma inesperada, uma pequena bola de água formou-se a frente de Akemi e foi em direção a Geki, não era nada fora do normal visto que num local denominado país da água era perfeitamente normal aparecerem shinobis com o elemento Suiton, a bola de água foi em direção a Geki deixando-o bastante confuso e com o ferimento que tinha na perna a sua primeira reação foi evitar que mais alguma coisa lhe tocasse porém a bola apenas caiu junto aos seus pés de forma completamente. Itsuki também não sabia o que se passava por mais que tentasse justificar, não sabendo o que proceder Itsuki preparava-se para avançar novamente para cima de Geki na esperança de terminar aquele combate uma vez por todas.

— Bem pelos vistos termina aqui. Eu nunca tinha visto uma habilidade como aquela e aposto que voce também não, eu não sei o que ela passou mas... o mundo é um local estranho. - Itsuki caminhou em direção a Geki que naquela altura estaja imobilizado pelo gelo e rapidamente retirou a kunai que ainda estava presa na sua perna. - Perdeu.

Com um movimento rápido da sua kunai, Itsuki aplicou um golpe horizontal no pescoço do homem, preso pelo gelo de Akemi ele não tinha como se proteger facilitando a situação. Guardando a sua kunai novamente e levando consigo alguma coisa que fosse uma prova como que Geki tinha sido derrotado, Itsuki iria aproximar-se de Akemi novamente, fora a sujidade da sua queda ele não tinha sangue nem nada que fosse consideravelmente grave. Ele iria lentamente aproximar-se de Akemi e a colocaria nas suas costas, a missão tinha sido completada e pela lógica comum eles não deveriam ter muitos problemas, assim que regressassem na aldeia de kiri Itsuki deixaria a sua colega de equipa aos cuidados de um dos Iryo Nins da aldeia antes de regressar ao gabinete do Mizukage e apresentar a prova como tinham concluído a missão com sucesso.


HP:190    CHKR:200



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Olly Sivan

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@ - MISSÃO CONCLUÍDA.



OLLY KURAMA SIVAN

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