Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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[T]Green Forest

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[T]Green Forest - em 20/7/2017, 02:16

Relembrando a primeira mensagem :


                                                             

Green Forest


Templo de Konohagakure, escondido de muitos por um caminho traiçoeiro e perigoso, fazendo com que alguns poucos sejam aqueles com acesso a seus arredores. Uma enorme escadaria é o único caminho seguro até o tempo, sendo difícil escalar o terreno ingrime em volta sem que a terra se solte ou coisa pior aconteça. O tempo é grande e bem equipado para atender as necessidades de todos, sendo esse um local de meditação, tranquilidade e treinamento.

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Re: [T]Green Forest - em 20/8/2017, 02:24



narrador


Habilidade em Taijutsu


Local Konohagakure no Sato Estação Verão Temperatura 35°C 04/04


Ambiente:  Campo de treinamento.

Finalmente havia despertado o espírito da juventude dos antigos sábios do Taijutsu. Por fim, como um representante da nova juventude a florescer, era dever do rapaz superar seus próprios limites. Deveria então repetir todos os desafios que havia proposto a si mesmo até então, dobrar suas metas e então executa-los todos em um tempo limite inferior a metade do que havia proposto anteriormente.

Considerações: Tudo descrito na narração. Boa sorte. Quero uma narração detalhada para terminar.



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Re: [T]Green Forest - em 20/8/2017, 13:38

O espírito da juventude queimava em meu corpo, deixando meus músculos adormecidos no processo de treino. Cansaço não era o problema, estava me acostumando com o ritmo, mas isso não faria bem para os meus músculos. Me joguei para frente, caindo de costas na grama verde do campo de treino. — Estou de volta aqui... — Falei aos poucos, buscando fôlego. De olhos fechados, descansei completamente, com alguns minutos de sono.

O despertar me abriu os horizontes, com os músculos leves e meio inchados, pensei em não exceder meu limite, mas era agora ou nunca. Me levantei, jogando o peso do corpo para o alto e pondo os pés no chão. Me aproximei dos bonecos de palha e tornei a chutá-los e socá-los como havia feito anteriormente. Os chutes eram mais rápidos, causando mais impacto e possuíam mais precisão. A mesma coisa acontecia com os socos, sendo possível ver algumas falhas no tecido, onde os golpes pareciam rasgar o material com facilidade.

Meu corpo já havia se acostumado com o método de treino, sendo assim, só me restava correr usando meus braços novamente. Com o impulso para frente, meu peso era depositado mais uma vez em minha mãos, que me guiavam mais rápido do que nunca, sem perder o equilíbrio uma só vez sequer. Com agilidade e maestria, atravessei todo o território da folha em algumas poucas horas, tendo facilmente batido meu recorde anterior. Cansada e dolorida, fui até minha casa para tirar um cochilo, achei que talvez fosse merecedora de um.

Objetivo: Habilidade em Taijutsu

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Re: [T]Green Forest - em 20/8/2017, 15:26

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Re: [T]Green Forest - em 14/9/2017, 01:02


HP: 500 | 500 • CH: 825 | 825 • SPD: 22m/s • ST: 04 | 04  
Um torneio importante iria requirir um conhecimento de muitas habilidades úteis. Quanto mais cartas na manga, maior é a chance de vitória, como costumava ouvir de um dos cuidadores do orfanato de sua infância — ou talvez fosse algo diferente, já não se lembrava corretamente. Os olhos vasculhavam algum sinal de vida pelo campo esverdeado, vagando até seus limites e voltando em questão de segundos — nada.

A grama que voava pelo vento atingia minha face com delicadeza, dançando no ar antes que outra corrente de vento viesse para levá-la embora. Meus pensamentos se perdiam com o clima que parecia querer se alterar em uma tempestade — semelhante à que havia em minha mente. — O que estou fazendo aqui? Devo estar ficando sentimental de novo! — Debochava de mim mesmo, virando as costas ao meu local de treino favorito e me afastando dali, até que um grito infantil me chamou a atenção.

Foi possível achar sua origem rapidamente. Uma criança caída no chão com o joelho machucado podia realmente fazer um barulho irritante, mas não havia como evitar. A garota usando um macacão azul e maria-chiquinhas parecia perdida, não havia nenhum responsável por perto, mas mesmo assim, meu instinto falava mais alto. — Venha...vamos te levar pro hospital. — Ela pareceu desconfiada de minhas intenções, mas a dor em sua pele gritava mais alto que a desconfiança, permitindo que ela estendesse sua mão, agarrando a minha destra.

Corri. A criança em meu pescoço parecia mais feliz, aproveitava o passeio como se estivesse montada em um cavalo ou coisa parecida, esquecendo quase que completamente de sua dor — fazendo com que me sentisse mais feliz. Os olhos de peixe morto não deixavam isso claro, mas a dor era algo recorrente, então buscava não me dar ao luxo de sentir-me bem com coisas tolas — elas poderiam facilmente ser arrancadas de mim em um instante. O hospital já podia ser visto, então tratei de reduzir a velocidade, levando a garota à se emburrar, totalmente revoltada com a situação.

Na recepção, retirei a criança de minha nuca, guiando-a pela mão. A dor já havia diminuído o suficiente para que ela pudesse andar por si própria, mas a ideia de segurar as mãos foi tão inocente que não pude resistir. Não gostava daquele local, de qualquer forma, então segurar a mão da garota parecia, de certa forma, reconfortante. A recepcionista indicou a direção da ala pediátrica, onde provavelmente haveria alguém para dar uma olhada na perna da menina — que até agora não sabia o nome. — A propósito...como se chama? — A questionei, sem jeito por não ter lembrado de perguntar antes. — Mei... — Foi só o que ela disse. — Entendo...Mei então, prazer em conhecê-la. — Terminei a cordialidade, extremamente atrasado, a propósito.

No escritório do médico, tabelas de anatomia revestiam todas as paredes do recinto, tornando o simples fato de estar ali em uma aula sobre o corpo humano. — Então...me conte o que aconteceu. — Ele questionou, com as mãos unidas e um sorriso leve. Expliquei-lhe a situação, pedindo que desse um jeito no joelho da pequena, antes que pudesse infeccionar ou coisa pior. Mei provavelmente ficou levemente apavorada ao ouvir "coisa pior", já que imaginava que poderia perder sua perna para sempre. — Tudo bem, não se preocupem. Sou um médico, afinal! — Se exibia, demonstrando sua aparelhagem e vestindo uma máscara cirúrgica. Com Mei deitada sobre a maca, começou a analisá-la da cabeça aos pés, checando seus dentes, sua garganta, analisando sua densidade muscular, querendo inclusive pesá-la e medi-la.

A situação estava estranha — realmente estranha. — Eer...pode só arrumar o joelho dela, por favor? — Lhe pedi, educadamente, tentando evitar que o cúmulo do ridículo prosseguisse. — Escute aqui...quem é o médico aqui? Eu ou você? Ah é...EU! Então fique bem quietinho aí. — Bravejou, demonstrando sua teimosia em prosseguir a checagem. Senhor, me ajude. Era o que pensava, querendo apenas dar o fora dali. Inconscientemente, prestava atenção no que o médico dizia, recitando nomes de músculos e ossos, como se checasse todos eles, de um por um. Algumas horas depois, ele encerrava o diagnóstico. — Está tudo bem...seu único ferimento é realmente no joelho, você tem muita sorte, jovenzinha! — Ele ironizava, ignorando o fato de tê-lo avisando o tempo todo. Com dois ou três selos, ele formou uma aura esverdeada de sua mão, esfregando-a sobre a pele de Mei, fazendo com que os vários pequenos cortes sumissem, fechando-se como se nunca houvessem existido.

Era impressionante o que a arte médica seria capaz de fazer, deixando-me espantado de fato. Mei agradeceu a nós, pela carona e pelo tratamento, levantando-se em seguida e indo para fora, como se estivesse tudo bem para ela vagar por ai sozinha em tão pouca idade. Estava tão cansado que sequer me preocupei em segui-la, provavelmente ela fazia mais ideia do que estava fazendo do que eu. O médico conversou um pouco mais comigo, contando-me de todas as cirurgias arriscadíssimas que obteve sucesso em sua carreira, apenas inflando um pouco mais seu ego já prestes a explodir, antes que eu pudesse me livrar de seu discurso. — A arte da medicina é realmente interessante, quem sabe um dia você não tenta aprendê-la? Contanto que não busque fazer o mal... — Ele mesmo pareceu se interromper, chocado com a ideia, como se lembrasse de algo que não queria. — Bom...já falei demais, é hora de ir. Adeus! — Ele se despediu, sinalizando para a porta, como um sinal para que me retirasse. Ah, mas é pra já, pensava, enquanto a canhota girava a maçaneta, permitindo que a porta abrisse para que meu corpo passasse.

[...]

A ideia do que ele dizia sobre não usar para o mal era estranha, como se a arte da cura realmente pudesse ser usada para tal. Isso me intrigou de uma forma que não conseguia dormir, apenas me revirei na cama por uma ou duas horas, vestindo-me com o primeiro moletom surrado que encontrei e vaguei até a biblioteca, retirando o que pude sobre anatomia e Iryoninjutsu. Os estudos ocorreram durante a madrugada, analisando os papiros velhos e amarelados em busca de conhecimento. O café foi meu maior aliado contra o sono, aumentando o poder da insônia que já me consumia, além de tornar as olheiras mais aparentes.

Me perguntava cada vez mais qual a utilidade daquilo tudo, mas sem questionar, estudei cada centímetro do corpo humano, com as vértebras, ossos e músculos. Indo até mesmo para o nome de todos os dentes. — Siso, Molar, Canino, Pré-Molar...Puxa! — Reclamava, o conteúdo era completo, completo demais, deveria dizer. Muita coisa para memorizar, decidi que só sairia da mesa após lembrar o nome de todos os ossos das mãos e dos braços, levando algumas horas até que pudesse sequer lembrar de um. Um dia inteiro foi necessário para memorizar aquilo tudo, mas podia até mesmo tentar um doutorado agora, com tudo aquilo absorvido, minha cabeça parecia querer explodir, então provavelmente isso ficaria para outro dia. Com a memória ainda dissolvendo todo aquele conhecimento, busquei descansar, já que o evento importante estava prestes a começar.


Considerações:
— Aprendizado de Conhecimento Anatômico, 1167 palavras, mínimo era 300.
Utilizado:
Hip-Pouch:
04 Kunais [04]
06 Shurikens [06]
08 Kibaku Fuudas [02]
02 Hikaridamas [02]
02 Kemuridamas [02]
01 Fuuma Shuriken [04]

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Re: [T]Green Forest - em 14/9/2017, 07:21

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Re: [T]Green Forest - em 17/9/2017, 08:38


HP: 500 | 500 • CH: 825 | 825 • SPD: 22m/s • ST: 04 | 04  
Apenas alguns vislumbres do passado me faziam ver como era um cara de sorte — mesmo não parecendo. Com a garota com quem sempre me importei ao meu lado, provavelmente nada me colocaria para baixo novamente. Repousando na cama dura que estava acostumado, olhando para o teto, enquanto a sombra que cobria meus olhos da luz cegante do sol por pouco não me abandonava, aproveitei cada segundo de descanso antes de me levantar. O teto nunca me pareceu tão chamativo, permitindo-me alucinar como de costume ao observá-lo fixamente, como um lunático.

O Chunin Shiken provavelmente começaria em breve e sequer havia preparado minhas coisas para o evento. Com certa pressa, arrumei algumas roupas limpas para vestir e parti para o campo de treino com minha bolsa de armas que seria especialmente importante hoje. Me lembrava das facas que atirava na infância, como um espetáculo de circo para os compradores de Madame. Um jovem macaco que gostava de chamar atenção, era como me chamavam. Com os olhos sonâmbulos, esbarrava em algumas pessoas pelo caminho, mas não me importava com elas, por que deveria? Só voltei ao foco após chegar no vasto terreno esverdeado.

As árvores espalhadas e pequenas pedras dariam bons alvos para mirar. Com a mão destra — minha dominante, afinal, mirei os alvos e disparei armas contra os mesmos, atingindo-os na grande minoria, atingindo sempre as beiradas dos mesmos, o que tornaria a prática minha aliada até a perfeição. Estava de por algum empenho nisso, então decidi que não sairia dali até terminar aquela palhaçada. Cada erro me fazia correr pelo campo em busca das armas básicas, recomeçando todo o processo do ponto de arremesso.

A força, angulação e mira estavam melhorando com os disparos, estava realmente retomando o antigo e nojento eu da infância. É um mal necessário, não é? Me irritava pensar no passado, mas não poderia me dar ao luxo de não usar cem porcento de mim nessa grande chance. Repeti o treinamento diversas vezes. Alternando entre atirar parado, em movimento, pulando, caindo e qualquer outra forma que pudesse imaginar. Com as artimanhas aprendidas desde pirralho, a prática acabou se tornando apenas um exercício de refrescar a memória. Com todos os alvos já desgastados de tantos acertos, prossegui dali na direção de casa. Deveria pegar algumas coisas antes de prosseguir viagem até Kumo.


Considerações:
— Aprendizado de Shurikenjutsu, Uchihas aprendem com metade das palavras necessárias e ainda assim fiz mais que o necessário normal. kkk
Utilizado:
Hip-Pouch:
04 Kunais [04]
06 Shurikens [06]
08 Kibaku Fuudas [02]
02 Hikaridamas [02]
02 Kemuridamas [02]
01 Fuuma Shuriken [04]

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Re: [T]Green Forest - em 17/9/2017, 14:03

Aprovado.

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