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09.09.2017 — Exatamente um mês desde o último update, estou aqui hoje para avisar que o arco RUPTURAS está oficialmente encerrado. Ao longo dos próximos dias o tópico referente a ele será devidamente atualizado. Como prometido, novos sistemas virão (já estão disponíveis para o público ver e sugerir coisas) e novos Clãs/Kekkei Genkais também, além disto, muito em breve teremos o inicio de um novo arco.
ESTAÇÕES & EVENTOS
Ano: 07
Primavera:
12/07 -- 03/08
Verão: 04/08 -- 26/08
Outono: 27/08 -- 19/10
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Treino do Personagem Olly Sivan.

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1 Treino do Personagem Olly Sivan. em 11/7/2017, 15:51

Olly Sivan

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Chūnin
Chūnin
Relembrando a primeira mensagem :

I N T R O D U Ç Ã O

Eram oito da manhã quando o meu sono disse adeus, e eu, infeliz, levantei da cama direto pro banheiro, com roupas limpas e toalha na mão. Ontem eu fui dormir tão tarde, eu não compreendo o motivo de não ter continuado dormindo, pensei, enquanto tirava as roupas que tinha no corpo, lavando o meu rosto e escovando os meus dentes antes de abrir o chuveiro e cair numa ducha ótima.
– MÃE! - Gritei. Eu não sabia o que fazer para comer no café da manhã, e também não sabia se ela já tinha planejado algo. – Eu faço ovos fritos ou a senhora já aprontou o cereal? Ela me disse para esperar. Ainda não tinha feito nada, mas pretendia cozinhar alguma coisa. Enquanto ela não aparecia na cozinha, eu fui até a sala e me joguei no sofá, olhando para o teto e pensando em como reagir agora que a minha rotina não era mais a mesma. Eu havia me formado na Academia Ninja outro dia e, então, deveria me preocupar com os ensinamentos do clã e toda aquela coisa chata que os meus pais viviam repetindo... Quer dizer, não que eu não gostasse de ouvir sobre a história do clã, na verdade eu adorava, mas sabe, eles já tinham repetido aquilo tantas vezes que eu sabia a ordem crescente e decrescente dos fatos. Um verdadeiro cu.
Eram dez horas quando eu abandonei a casa para ajudar o meu pai, Levi, no trabalho. Ele amava pintar quadros e era bastante famoso por isso, e agora eu tinha tempo para acompanhar um pouco dessa jornada artística dele. Chegando lá o encontrei terminando uma obra abstrata. – Uau! Que demais, pai! - Disse, fazendo-o sorrir, mas ele sequer agradeceu e já foi logo falando: – Filho, é o seguinte: eu sei que você gosta de ver o papai pintar, e que também já está cansado de ouvir sobre a história do nosso clã e tudo o que ele enfrentou até chegar... As minhas sobrancelhas estavam erguidas, não porque eu queria parecer agressivo, mas sim porque eu precisava deixar explícito que ele estava, mais uma vez, estendendo aquele assunto. – "Eu sei que você já está cansado de ouvir sobre a história do nosso clã." - Interrompi, dando ênfase ao "cansado". – Ham, ham! - Meu pai pigarreou, retomando a voz e continuando. – Mas então, o que eu queria dizer é que eu tô pronto para te transmitir alguns outros conhecimentos, e acredito que você também esteja pronto para recebê-los! A minha sobrancelha direita continuava de pé. Eu não queria de forma alguma que ele fizesse surgir uma parte, até então desconhecida, da história daquele clã. – Pai, pelo amor de... Mas não, não era o que eu estava pensando.
Os meus olhos quase chegaram a brilhar quando ele tirou de dentro de uma das suas gavetas do ateliê, dois pergaminhos fechados. Antes de explicar o que é que eu faria com aquilo, coisas que todos nós já podíamos deduzir, ele pediu para que eu não me decepcionasse com o nível das habilidades, porque eu tinha acabado de sair da academia, não poderia querer algo grande, assim, de cara. – Pai, eu não me importo! São jutsus do nosso clã, não é? Me dá isso aqui, logo! Pedi, antes de abraçá-lo e sair gritando da sala com os pergaminhos nas mãos, sem sequer escutar o que ele tinha para me dizer além daquilo.



T É C N I C A    D O    F A L S O    A P R I S I O N A M E N T O

– Amiga, você não vai precisar fazer nada além do que você sabe fazer de melhor: que é nada. Joba detestava que eu dissesse aquilo, assim como detestava que eu fumasse. – Olha, eu posso ter vindo aqui de bom grado para não fazer nada, mas se você continuar com esse baseado aceso na minha frente eu vou começar a gritar para todo mundo ouvir que você... - E parou, depois de eu ter levantado e me aproximado dela com uma expressão furiosa. – Você não é nem louca. Eu explano para todo mundo que você trepou com o Fujiki... - Silêncio. – Brincadeirinha! E os dois riram. – Que inveja de você, Joba! Aquele garoto é incrível! Ela se gabou por muito tempo, tempo o suficiente para o baseado de Olly acabar e a brisa bater.
– E agora, o que é que a gente faz? Joba estava disposta a ajudar, mas é claro que precisava saber no que seria útil a sua ajuda. – Então, o lance é que o meu pai me presenteou hoje de manhã com esses dois pergaminhos aqui, e eu imagino que ambos tenham técnicas de genjutsu dentro, e que provavelmente eu precise de alguém para... Joba estava gritando. – Eu não acredito que você me fez vir aqui para eu pagar de cobaia! Uma pena, foi exatamente isso.
Nós não sabíamos o que nos aguardava, e eu não esperava que quando lesse os dois pergaminhos para minha amiga ela resolvesse me deixar na mão de vez. Sorte que eu, novamente, soltei um daqueles segredos bem fodidos dela e, por isso, ela mudou de ideia rapidinho. Ninguém mandou sentar do meu lado na Academia Ninja, sempre. – Vamos começar por esse daqui! Aprisionamento... Técnica do Falso Aprisionamento. Eu só vou te colocar numa gaiola, você já deve estar acostumada, não? Mais um comentário desgostoso. – Tá, desculpa. Tinha sido meio pesado, mesmo.
Aqui tá dizendo que eu preciso concentrar todo o meu chakra na região central do meu peito e fazê-lo, aos poucos, se dirigir para o meu cérebro... – Ai, Joba, me ajuda. Eu não entendi foi nada disso daqui. A verdade era que eu só estava com preguiça, e foi exatamente isso o que Joba disse. – Vai logo, Olly. Lê isso daí direito que você vai saber o que fazer. Você sempre é o inteligente, impossível não saber o que quer dizer esse monte de explicação. Eu sabia, sabia que aquele jutsu era quase como o último jutsu aprendido na Academia Ninja. Eu precisava direcionar todo o meu chakra para o centro do meu peito e depois fazê-lo fluir, aos poucos, para o meu cérebro e, por último, ativar a técnica, afetando os estímulos nervosos de Joba com concentração e eficácia. – Não é algo transmitido, mas sim firmado. Eu faço daqui, e você recebe daí, compreende? - Terminei a explicação quanto ao que eu deveria fazer. – Vamos tentar? Sim, ela disse.
Não era nada difícil conseguir controlar o meu chakra da maneira como o pergaminho pedia, o ponto é que eu ainda estava sobre parte do efeito da Cannabis, e por esse motivo não tinha todos os meus sentidos acertados, daí, me focar na imagem das grades e da prisão não acontecia da maneira como eu esperava e, ao invés disso, eu só conseguia pensar em comida. Olly, seu idiota, porque é que você não controla essa desgraça de vício! O que é mais importante, ele ou o seu aprendizado? Eu pensando parecia a minha mãe falando, mas quem disse que ela não tinha razão? Vamos com calma, refleti, expulsando todo o peso do meu corpo e me mantendo ereto, respirando fundo pela boca e soltando pelo nariz. Primeiro, o chakra no peito. Sim, o chakra, o mesmo que eu conduzi, aos poucos, até o meu abdômen e, depois, estabilizei no centro do meu peitoral. Agora, o chakra na cabeça. Um, dois, três, quatro... Era a contagem dos segundos, onde em cada um eu transmitia um pouco daquele mesmo chakra concentrado para a minha cabeça. Por último, aproveitando que a porra da maconha parou com aquilo, eu preciso focar na imagem do presídio e, finalmente, aplicar... O pensamento eu concluí abrindo os olhos, que eu sequer tinha reparado que havia fechado. Mirei-os diretamente no rosto de Joba, mais precisamente nos seus olhos. Feito. Ou pelo menos eu achava que sim... Não, sim. É. Tinha acontecido. – ME TIRA DAQUI! Joba gritou. Muito alto.


T É C N I C A    I L U S Ó R I A    D A    S E P U L T U R A

Eu tinha acabado de perder uma cobaia, e muito provavelmente uma amiga. Gente, por que é que ela não me contou que era claustrofóbica antes? Eu tinha passado a Academia Ninja inteirinha com ela, e nunca ouvi Joba falar sobre isso antes. A questão é que agora eu nem posso ir atrás dela para tentar acalmá-la, ela se estressou demais comigo e, se eu abrir a minha boca para mais alguma coisa na frente dela, é muito capaz de que me atire algo para matar. Era só o que me faltava, aceitar participar de um genjutsu desses sabendo do seu problema de claustrofobia... Eu fumo e ela é que fica drogada.
Andei de volta para o ateliê do meu pai, já que não sabia mais o que fazer depois de ter passado na casa de outros dois amigos e eles estarem ocupados com alguma coisa insignificante. Para de ser assim Olly! Que mané coisa insignificante? Se eles estavam fazendo era necessário! Eu sempre tive a mania de desmerecer ou, pelo menos, parecer desmerecer o que os outros fazem. Sei lá, é meio irônico, porque eu detesto que façam isso comigo.
– Ah, não! Aquela coisa, mais uma vez, na minha cabeça. – O que é que você quer agora? Era um bicho. Uma besta. Ela não estava na minha frente, não, e também não estava exatamente na minha cabeça. Era algo parecido com flashes, que tomavam a minha visão e me impediam de prosseguir. Aquilo me dava um calafrio, mesmo comigo sabendo que era só um pesadelo... Ou que foi um pesadelo... Eu nunca compreendi isso direito. – Filho? Oi pai, eu pensei em falar, mas não deu, eu estava muito preocupado tentando apagar aquilo. – Tá tudo bem? Sacudi minha cabeça, depois de dar um tapa nela. – Melhor impossível, papai! Nem nessas horas eu largava mão da ironia.
Caminhamos lado a lado até o interior do seu ateliê e, chegando lá, contei o que havia acontecido: que Joba era burra ou então se fez. – Por que será que isso aconteceu, não é? - Meu pai me perguntou. – Você saiu daqui tão desesperado que nem deixou eu terminar de falar. Realmente. – A questão era exatamente essa. Eu é que iria treinar com você, porque eu, diferente de muitos shinobis da sua idade, consigo me libertar desses genjutsus de forma bastante rápida e, ainda por cima, avaliá-los, fazendo-o saber se estão de fato sendo bem executados ou não. Caralho, por que eu não esperei? – Ah, pai, desculpa mesmo! - Pedi, depois de estalar a língua no meu céu da boca. – Além de eu não ter ouvido o que o senhor tinha para falar, acabei assassinando uma amiga. Nossa, quanto exagero. No fim das contas o meu pai pediu que eu lhe prometesse que visitaria essa minha amiga logo, e também pediu para que da próxima vez eu ouvisse o que ele tinha para me dizer até o final. Sem sombra de dúvida, pai.
– Bom, agora, vamos lá! Ele estava sentado enquanto me dizia tudo aquilo, e eu estava em pé, na sua frente. Depois disso, levantou-se e colocou todas as coisas que ocupavam o lugar para debaixo das bancadas e, por último, me posicionou no centro da sala, olhando fixamente nos meus olhos antes de discursar mais um pouco. Eu sorri. Era como se ele só soubesse fazer isso. – Primeiro você precisa compreender no que consiste o genjutsu, e depois em como ele se aplica, quais as fases que estão envolvidas antes de se ativá-lo e, no mais, de que maneira ele pode te ajudar a sobreviver... Nossa senhora, quanto melodrama! Ele falou, falou, falou e acabou dizendo a mesma coisa de diferentes formas! Meu pai parecia querer me teletransportar para dentro de um filme de ação quando, na verdade, eu só queria aprender uma técnica nova. – Pai? - Chamei, acordando-o daquele mundo. – O senhor está fazendo de novo. Desculpa, pediu, dando o pergaminho da técnica que faltava na minha mão.
Dali para frente, ao que ele me passava as instruções necessárias, pulando todo aquele assunto que "priorizava os motivos da existência e desenvoltura de blá, blá, blá, genjutsu", eu exercia os movimentos necessários com o meu chakra, me concentrava igualmente na cena em que precisaria transmitir e no corpo que precisaria afetar: o do meu pai. Dessa vez o chakra se espalhou de início, e eu o emanei, transpassando a distância que existia entre eu e meu pai e infiltrando aquela ilusão na sua cabeça. É isso?, pensei, Consegui? Parabéns, eu ouvi soar, agora abra os olhos, alguém ordenou. Eu vi a besta de novo, e dessa vez, era como naquele primeiro pesadelo: algo extremamente real. – Pai! Eu estava começando a ficar desesperado. – Pai! O que quer que esteja fazendo, por favor, pare! Mas continuou. – PAI! Eu pisquei, e tudo se desfez. Na minha frente só sobrou o próprio Levi, com um sorriso de canto e uma frase de efeito: – Eu não fiz nada. Ahãm, tá.

HP: 200/200;
CH: 180/200.

Considerações:
O chakra perdido foi em prol do gasto com os dois genjutsus de rank D executados (10 p/ cada).

Regras:
Jutsus de Rank D: 100 palavras;
Genjutsu: 3 pontos distribuídos, diminuindo o total em 45 palavras;
Inteligência: 2 pontos distribuídos, diminuindo o total em 30 palavras;
Habilidade em Genjutsu: Qualidade, diminuindo o total em 30 palavras;
Inteligência Aguçada: Qualidade, diminuindo o total em 30 palavras;
Total: -35 palavras.

Jutsus Compreendidos:


Tōgoku no Jutsu
(Técnica do Falso Aprisionamento)
Rank:
D.
Descrição: Essa técnica cria uma prisão ilusória ao redor do alvo, deixando-o incapacitado, por conta dos estímulos nervosos, de caminhar além das extremidades desse pequeno presídio.


O genjutsu consegue ser aplicado em até dois alvos de uma única vez, bastando fitá-los nos olhos;
O alcance do genjutsu se estende até um perímetro de cinco metros;
O genjutsu tem duração de um turno;
Pode-se cancelá-lo através da dor, interferência interna ou interferência externa.


Maisō no Genjutsu
(Técnica Ilusória da Sepultura)
Rank:
D.
Descrição: O alvo tem sua visão escurecida e, ao ascendê-la, vê-se numa situação desesperadora, onde têm pedras cobrindo seu corpo e rosto, depois de serem lançadas dentro de sua cova. A ilusão apenas provoca um choque, por conta do medo da morte, mas não ocasiona dores físicas ou mentais.


O genjutsu afligi um alvo único, bastando fitá-lo nos olhos;
O alcance do genjutsu se estende até um perímetro de cinco metros;
O genjutsu tem duração de um turno;
Pode-se cancelá-lo através da dor, interferência interna ou interferência externa.

Itens:


Baseado
Descrição:
Contêm a folha da Cannabis sativa no seu interior. Com compostos químicos psicoativos, são consumidos para fins recreativos, medicinais e espirituais. É comum o consumo pelo fumo, vaporização e ingestão oral. Na medicina tradicional da Índia, em particular, utilizou-se da Cannabis sativa como agente alucinógeno, hipnótico, sedativo, analgésico e anti-inflamatório.


Isqueiro
Descrição:
Aparelho provido de pavio embebido em fluido adequado, ou de reservatório de gás, que, acendendo-se, permite fumar, por exemplo.

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Pétalas rosas.
A mãe observava o filho realizando com sucesso o treinamento e não conseguia esconder a felicidade do filho aprender com facilidade as habilidades, e então a mãe voasse ao redor do seu filho aplicando seu chakra na mente do garoto, revertendo assim o genjutsu feito antes.

-O segundo passo, transfira através das flores o poder de seu chakra.
~~
Considerações:
-Narrando como se fosse sua mãe.



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Olly Sivan

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Chūnin
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rosa

Ao que a paisagem parecia se alterar, minha mãe rodeava o meu corpo e passava algumas outras instruções. Compreendo, pensei, classificando minha próxima tarefa como uma tarefa fácil. – Posso? Transmitir parte do meu chakra para as flores não tardou a acontecer, e fazê-las emaná-lo, também não. Ao invés de induzir a minha energia a assumir uma trajetória ou forma específica dentro de mim, refiz o caminho do chakra imprimido nas rosas e, por último, coloquei-o para agitá-las atrás de minha mãe, perseguindo-a depois de ela ter me livrado daquela ilusão. – Você fica linda, assim! - Exclamei, repousando as pétalas sobre a cabeça da mulher, modelando-as como uma coroa de flores. Esperava lhe fazer sentir o que havia me pedido.

HP: 325/325;
CH: 500/500.

Bolsa de Armas:
Todas as da ficha.



OLLY KURAMA SIVAN

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Pétalas rosas.
As bochechas da mãe de Olly ficavam rosadas demostrando um tipo de vergonha ao elogio do filho, o treinamento podia se dizer que já estava completo, mas a mãe estava gostando do tempo com o filho, então sentado de frente ao filho o olho no fundo do olho e fez as flores rosas rodearam a dupla e a mãe segurando as mãos do filho suavemente dizia:

-Estou tão orgulhosa de você aprender minha mais poderosa técnica, eu lhe amo muito filho e esses momentos assim são únicos e possivelmente nunca irão se repetir, saiba que estou muito orgulhosa de você. E lembre-se de treinar e aperfeiçoar ainda mais as habilidades, um dia quem sabe, chegue ao meu nível.
~~
Considerações:
-Narrando como se fosse sua mãe.



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Olly Sivan

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pupilo

No final das contas não foi difícil, nem desgostoso. Compreender os conceitos básicos daquela técnica tão admirada foi satisfatório, na verdade, e passar muito mais tempo do que o comum com a minha mãe, também. – Muito obrigado, mãe! - Agradeci, encostando nossas mãos. – Eu somente posso te agradecer! A senhora é incrível! O momento terminou com um abraço apertado e um treinamento concluído. Tudo aquilo o que me restava era prosseguir aperfeiçoando o estilo de luta característico de Haza, conquistando, quem sabe, como ela mesma disse, o seu nível. Quem me dera...! A mulher era realmente boa nisso.

HP: 325/325;
CH: 500/500.

Bolsa de Armas:
Todas as da ficha.



OLLY KURAMA SIVAN

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Pétalas rosas.
Não tinha mais motivos para continuar no local, com um belo sorriso, formava um tipo de carruagem de flores rosas que levantavam Olly e ela, e brincando dizia ao garoto:

-Hoje é nosso dia de realeza, vamos voltar de uma maneira mais divertida em vez de gastamos nossas energias andando.

As palavras eram ditas em meio a risos por parte da mãe de Olly, que sorridente e alegre, retornava para casa.
~~
Considerações:
-Narrando como se fosse sua mãe.



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enfim, fim

A maneira como o tempo passou e se desenvolveu foi incrível. As coisas que eu pude presenciar, visualizar e compreender me fizeram mais feliz naquele dia. Meu sorriso não conseguia se esconder diante de todo o êxtase de Haza. Nós fazíamos parte da realeza, agora. – Uau! - Vislumbrei-me com aquela carruagem. – Tem certeza de que isso aguenta nós dois, mãe? Ela não utilizou de palavras como resposta, mas sim um único gesto: sentou-se, delicadamente, ali, em meio as rosas. – Então, tudo bem - Proferi, fazendo o mesmo. Voltamos, os dois, para casa.

HP: 325/325;
CH: 500/500.

Considerações:
Estilo de luta adquirido:

Hana Ninpō
(Arte Ninja das Flores)
Requerimentos:
2 Ninjutsu, 2 Genjutsu & 2 Inteligência.
Descrição: A Arte Ninja das Flores (花忍法, Hana Ninpō) é um subconjunto de ninjutsu e genjutsu envolvendo técnicas secretas orientadas por flores e usadas por um clã no País dos Vegetais.

Bolsa de Armas:
Todas as da ficha.



OLLY KURAMA SIVAN

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aprimore-se

Uma fileira de frangos fritos estava correndo pelo meu campo de visão. Todos eles dançavam, de maneira sincronizada, uma dança ridícula, apertando o passo mais e mais cada vez que terminavam uma sequência. Um ou outro tinha alegorias penduradas na cabeça e colares de flores dispostos sobre os pescoços. Hã? Eles pareciam desaparecer gradativamente ao que eu coçava os meus olhos. A brisa do meu último baseado tinha passado, finalmente. – Que pesado. Sentado com as pernas cruzadas no meio de um monte de grama, descansei. Um. Dez. Trinta minutos. Minha rotina nunca tinha conseguido ser tão corrida como nos últimos tempos. Desde que havia aceitado acompanhar a liderança da vila até a Pedra, as coisas haviam mudado. Tudo o que poderia me tranquilizar era o famoso beque. Mas essa não tinha sido a minha intenção ao ir parar ali. – Acho que já é uma boa, começar - Autoafirmei, referindo-me a um treinamento das minhas habilidades em genjutsu.

Conectando a ponta dos dedos das minhas mãos enquanto ajeitava a minha postura e focalizava o meu chakra, decidi endireitar minha respiração e pesquisar mentalmente algum método que pudesse me auxiliar com a evolução da minha aptidão. É complicado não ter ninguém com quem treinar, pensei, justamente porque genjutsus exigiam de aplicação, e estas somente aconteciam em outras pessoas. Sem desanimar e com os pensamentos rolando a mil, alcancei a construção de uma ilusão, e o que mais me orgulhava era ser seu autor. E quando isso terminar, eu posso... Ainda arquitetando os detalhes da habilidade, consegui ouvir um ruído de um galho se quebrando. Alguém estava se aproximando. E com isso, ganhando a vaga de vítima.

Quando abri os olhos, foi praticamente automático: o cenário havia se alterado de maneira a projetar uma mesa imensa no meio do campo, recheada de frutas, vinho e mais um monte de guloseimas. Todo o jogo de talheres adornado em prata. Facas. Colheres. Copos. Taças. Pratos... Mas nada chegava perto do tamanho do cardápio principal, que depois de um tempo aberto, revelou-se fúnebre: partes do corpo de alguém. A cena que a sucedeu foi terrível. Aquele que se alimentava ficou tão desesperado, que sequer pensou duas vezes antes de colocar tudo o que comeu para fora, enfiando quase uma mão inteira na garganta. Tosse. Tosse. E mais tosse. Lacrimejava de tão mal que se sentiu. Esse é... Pai?

Levi. Ele mesmo. Meu pai. O que é que estava fazendo se deixando afetar por um dos meus genjutsus? Era claro, para qualquer um que o conhecesse, que as minhas habilidades não chegavam nem aos pés das suas. O prato principal... A pessoa morta... Sou eu? Aquilo revelava muita coisa: eu era a maior paixão de meu pai. Isso me deixava feliz, mas não exatamente bem, pelo menos não naquelas circunstâncias. Chega! Cessei o meu fluxo de chakra. Não aguentaria prosseguir com aquilo em cima de um parente, pelo menos não sem um aviso prévio. – O senhor está bem? - Questionei-o, levantando-me. Andando a passos largos até ele, consegui tocá-lo e lhe sentir frio. Congelando. – O que é que houve? Está pálido... Pai? Caiu, de joelhos cruzados e braços molengas. Quando alcançou o chão, desfez-se em dezenas de baratas. Sua face estava inteiramente estragada. O quê? Os animais corriam, unidos, na minha direção. Por todos os lados, subiam. Pés. Pernas. Tronco. Braços. E antes de chegar a cabeça, rosas. Dezenas de rosas; Uma das minhas habilidades.

– Eu não sei por que ainda caio nas suas, de verdade. Uma técnica, em cima de outra técnica, em cima de outra técnica e, enfim, a realidade como conhecemos (ou conhecíamos, porque quando se trata de Levi, nunca se sabe o que é de verdade ou não). – Você precisava ver sua cara - O homem disse, rindo alto. – Foi hilária! Sacudindo minha cabeça negativamente, bufei uma ou duas vezes e depois prossegui falando. – Eu não acredito que me impedi de concluir um treinamento, a toa! Você é ridículo! Depois de mais algumas gargalhadas, a entonação da sua voz mudou, e a sua expressão também. – Aquilo foi ótimo. Não me lembro de ter lhe ensinado nada do tipo, ou de ter falado a respeito da ilusão com você. É sua? Já conseguiu chegar aí? Confirmei com um outro aceno de cabeça.

– A cada dia que passa você me surpreende mais, Olly. As coisas com você estão caminhando por trajetos cada vez melhores depois de... Depois de fazermos aquilo. Confuso, precisei confirmar o que seria "aquilo". – O senhor se refere a besta? – Sim. Ela de certa forma te limitava. Mas você já era muito bom com ela aí dentro... Agora, então... Meus parabéns por isso. Nos abraçamos. E eu me lembrei do que aconteceu enquanto estávamos na ilusão. – Pai... O senhor se lembra de tudo o que aconteceu lá dentro? – Certamente. – A carne da qual o senhor se alimentou, foi minha? – Sua e de sua mãe. O que isso significa? – Metaforicamente, é algo bom. A intenção era fazer com que o prato principal servido, fosse, na verdade, o corpo daquele que a vítima mais ama. No seu caso, os corpos... – Um pouco macabro, não acha? – Sim.

Com o término do momento de afeto, decidimos que o melhor a se fazer era voltar à Nuvem. – Eu resolvi vir quando a sua mãe me falou que você tinha ido treinar. O dia foi bastante proveitoso pra ti. Estava tentando a bastante tempo? Na verdade não, mas eu não falaria sobre a maconha para ele. – Sim. Bastante tempo - Disse, fingindo muito bem. – Acho que depois de hoje você pode se considerar alguém mais inteligente e ainda melhor com genjutsus. Um verdadeiro Kurama, eu diria... mas isso você sempre foi. Abraçando-me pelo pescoço, prosseguimos com o caminho de volta enquanto falávamos sobre tudo o que conseguíamos catalogar.


HP: 325/325;
CH: 400/500.

Considerações:
Treinamento para ganho de pontuação nos atributos genjutsu e inteligência (+1 para cada, por conta da quantidade de palavras no texto: +900, ao invés de +2 para um deles). Além do treino da última habilidade que criei e anexei abaixo, num dos próximos spoilers.

Regras:
Jutsus de Rank A: 500 palavras;
Genjutsu: 3 pontos distribuídos, diminuindo o total em 45 palavras;
Inteligência: 4 pontos distribuídos, diminuindo o total em 60 palavras;
Habilidade em Genjutsu: Qualidade, diminuindo o total em 30 palavras;
Inteligência Aguçada: Qualidade, diminuindo o total em 30 palavras;
Número Mínimo de Palavras: 335;
Total Presente no Texto: 959.

Jutsu Compreendido:

Tsumi no Magen: Gura
(Ilusão Demoníaca dos Sete Pecados: Gula)
Rank:
A.
Descrição: Como parte da diáspora de um conjunto de habilidades ilusórias único, a Ilusão Demoníaca do Pecado da Gula é responsável por reconstruir o cenário de maneira a levar a vítima até um banquete real contemporâneo, isto é, com direito a todos os mimos da nobreza, mas longe de um imenso castelo. O alvo é forçado a se sentar diante de um prato principal enorme e recoberto por uma tampa de ouro que, quando retirada por um serviçal sem face, mostra a sua refeição favorita. Inspirado por um desejo insaciável, alimenta-se tão depressa que demora a perceber que o que mastiga na verdade são as entranhas da pessoa mais amada. Deixando-se levar pelo desespero, inicia tentativas voltadas para a expulsão do alimento do seu estômago, colocando seus dedos e, as vezes, uma mão inteira dentro da boca. Aos poucos a silhueta do desesperado assume um formato singular e abstrato, contornando-se como um monstro gordo, molenga e possuidor de oito olhos que, agora, com o mesmo desejo insaciável de antes, anda em direção do serviçal sem face: esse acaba, então, fazendo suas características começarem a parecer com as da vítima.

A habilidade se faz acontecer ao que o inimigo contempla o rosto do usuário, e assim como outras Ilusões Demoníacas dos Sete Pecados, todo o desenvolvimento da cena passa num piscar de olhos, classificando-se numa extensão de um único post e se equiparando a um sonho no quesito velocidade de ocorrência dos fatos. Afetado pelo choque de se alimentar da pessoa amada e, depois, de si mesmo, a vítima costuma apresentar questionamentos sobre o que é ou não real assim que se liberta da ilusão, permanecendo estática por mais algum tempo depois do genjutsu cessar - um post -, deixando brechas para uma finalização. Os únicos dois modos de se libertar da técnica são através do que conhecemos como Interferência Externa e, de maneira mais radical, a dor.

Bolsa de Armas:
Todas as presentes na ficha.



OLLY KURAMA SIVAN

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