Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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Treino do Personagem Olly Sivan.

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Treino do Personagem Olly Sivan. - em 11/7/2017, 15:51

Relembrando a primeira mensagem :

I N T R O D U Ç Ã O

Eram oito da manhã quando o meu sono disse adeus, e eu, infeliz, levantei da cama direto pro banheiro, com roupas limpas e toalha na mão. Ontem eu fui dormir tão tarde, eu não compreendo o motivo de não ter continuado dormindo, pensei, enquanto tirava as roupas que tinha no corpo, lavando o meu rosto e escovando os meus dentes antes de abrir o chuveiro e cair numa ducha ótima.
– MÃE! - Gritei. Eu não sabia o que fazer para comer no café da manhã, e também não sabia se ela já tinha planejado algo. – Eu faço ovos fritos ou a senhora já aprontou o cereal? Ela me disse para esperar. Ainda não tinha feito nada, mas pretendia cozinhar alguma coisa. Enquanto ela não aparecia na cozinha, eu fui até a sala e me joguei no sofá, olhando para o teto e pensando em como reagir agora que a minha rotina não era mais a mesma. Eu havia me formado na Academia Ninja outro dia e, então, deveria me preocupar com os ensinamentos do clã e toda aquela coisa chata que os meus pais viviam repetindo... Quer dizer, não que eu não gostasse de ouvir sobre a história do clã, na verdade eu adorava, mas sabe, eles já tinham repetido aquilo tantas vezes que eu sabia a ordem crescente e decrescente dos fatos. Um verdadeiro cu.
Eram dez horas quando eu abandonei a casa para ajudar o meu pai, Levi, no trabalho. Ele amava pintar quadros e era bastante famoso por isso, e agora eu tinha tempo para acompanhar um pouco dessa jornada artística dele. Chegando lá o encontrei terminando uma obra abstrata. – Uau! Que demais, pai! - Disse, fazendo-o sorrir, mas ele sequer agradeceu e já foi logo falando: – Filho, é o seguinte: eu sei que você gosta de ver o papai pintar, e que também já está cansado de ouvir sobre a história do nosso clã e tudo o que ele enfrentou até chegar... As minhas sobrancelhas estavam erguidas, não porque eu queria parecer agressivo, mas sim porque eu precisava deixar explícito que ele estava, mais uma vez, estendendo aquele assunto. – "Eu sei que você já está cansado de ouvir sobre a história do nosso clã." - Interrompi, dando ênfase ao "cansado". – Ham, ham! - Meu pai pigarreou, retomando a voz e continuando. – Mas então, o que eu queria dizer é que eu tô pronto para te transmitir alguns outros conhecimentos, e acredito que você também esteja pronto para recebê-los! A minha sobrancelha direita continuava de pé. Eu não queria de forma alguma que ele fizesse surgir uma parte, até então desconhecida, da história daquele clã. – Pai, pelo amor de... Mas não, não era o que eu estava pensando.
Os meus olhos quase chegaram a brilhar quando ele tirou de dentro de uma das suas gavetas do ateliê, dois pergaminhos fechados. Antes de explicar o que é que eu faria com aquilo, coisas que todos nós já podíamos deduzir, ele pediu para que eu não me decepcionasse com o nível das habilidades, porque eu tinha acabado de sair da academia, não poderia querer algo grande, assim, de cara. – Pai, eu não me importo! São jutsus do nosso clã, não é? Me dá isso aqui, logo! Pedi, antes de abraçá-lo e sair gritando da sala com os pergaminhos nas mãos, sem sequer escutar o que ele tinha para me dizer além daquilo.



T É C N I C A    D O    F A L S O    A P R I S I O N A M E N T O

– Amiga, você não vai precisar fazer nada além do que você sabe fazer de melhor: que é nada. Joba detestava que eu dissesse aquilo, assim como detestava que eu fumasse. – Olha, eu posso ter vindo aqui de bom grado para não fazer nada, mas se você continuar com esse baseado aceso na minha frente eu vou começar a gritar para todo mundo ouvir que você... - E parou, depois de eu ter levantado e me aproximado dela com uma expressão furiosa. – Você não é nem louca. Eu explano para todo mundo que você trepou com o Fujiki... - Silêncio. – Brincadeirinha! E os dois riram. – Que inveja de você, Joba! Aquele garoto é incrível! Ela se gabou por muito tempo, tempo o suficiente para o baseado de Olly acabar e a brisa bater.
– E agora, o que é que a gente faz? Joba estava disposta a ajudar, mas é claro que precisava saber no que seria útil a sua ajuda. – Então, o lance é que o meu pai me presenteou hoje de manhã com esses dois pergaminhos aqui, e eu imagino que ambos tenham técnicas de genjutsu dentro, e que provavelmente eu precise de alguém para... Joba estava gritando. – Eu não acredito que você me fez vir aqui para eu pagar de cobaia! Uma pena, foi exatamente isso.
Nós não sabíamos o que nos aguardava, e eu não esperava que quando lesse os dois pergaminhos para minha amiga ela resolvesse me deixar na mão de vez. Sorte que eu, novamente, soltei um daqueles segredos bem fodidos dela e, por isso, ela mudou de ideia rapidinho. Ninguém mandou sentar do meu lado na Academia Ninja, sempre. – Vamos começar por esse daqui! Aprisionamento... Técnica do Falso Aprisionamento. Eu só vou te colocar numa gaiola, você já deve estar acostumada, não? Mais um comentário desgostoso. – Tá, desculpa. Tinha sido meio pesado, mesmo.
Aqui tá dizendo que eu preciso concentrar todo o meu chakra na região central do meu peito e fazê-lo, aos poucos, se dirigir para o meu cérebro... – Ai, Joba, me ajuda. Eu não entendi foi nada disso daqui. A verdade era que eu só estava com preguiça, e foi exatamente isso o que Joba disse. – Vai logo, Olly. Lê isso daí direito que você vai saber o que fazer. Você sempre é o inteligente, impossível não saber o que quer dizer esse monte de explicação. Eu sabia, sabia que aquele jutsu era quase como o último jutsu aprendido na Academia Ninja. Eu precisava direcionar todo o meu chakra para o centro do meu peito e depois fazê-lo fluir, aos poucos, para o meu cérebro e, por último, ativar a técnica, afetando os estímulos nervosos de Joba com concentração e eficácia. – Não é algo transmitido, mas sim firmado. Eu faço daqui, e você recebe daí, compreende? - Terminei a explicação quanto ao que eu deveria fazer. – Vamos tentar? Sim, ela disse.
Não era nada difícil conseguir controlar o meu chakra da maneira como o pergaminho pedia, o ponto é que eu ainda estava sobre parte do efeito da Cannabis, e por esse motivo não tinha todos os meus sentidos acertados, daí, me focar na imagem das grades e da prisão não acontecia da maneira como eu esperava e, ao invés disso, eu só conseguia pensar em comida. Olly, seu idiota, porque é que você não controla essa desgraça de vício! O que é mais importante, ele ou o seu aprendizado? Eu pensando parecia a minha mãe falando, mas quem disse que ela não tinha razão? Vamos com calma, refleti, expulsando todo o peso do meu corpo e me mantendo ereto, respirando fundo pela boca e soltando pelo nariz. Primeiro, o chakra no peito. Sim, o chakra, o mesmo que eu conduzi, aos poucos, até o meu abdômen e, depois, estabilizei no centro do meu peitoral. Agora, o chakra na cabeça. Um, dois, três, quatro... Era a contagem dos segundos, onde em cada um eu transmitia um pouco daquele mesmo chakra concentrado para a minha cabeça. Por último, aproveitando que a porra da maconha parou com aquilo, eu preciso focar na imagem do presídio e, finalmente, aplicar... O pensamento eu concluí abrindo os olhos, que eu sequer tinha reparado que havia fechado. Mirei-os diretamente no rosto de Joba, mais precisamente nos seus olhos. Feito. Ou pelo menos eu achava que sim... Não, sim. É. Tinha acontecido. – ME TIRA DAQUI! Joba gritou. Muito alto.


T É C N I C A    I L U S Ó R I A    D A    S E P U L T U R A

Eu tinha acabado de perder uma cobaia, e muito provavelmente uma amiga. Gente, por que é que ela não me contou que era claustrofóbica antes? Eu tinha passado a Academia Ninja inteirinha com ela, e nunca ouvi Joba falar sobre isso antes. A questão é que agora eu nem posso ir atrás dela para tentar acalmá-la, ela se estressou demais comigo e, se eu abrir a minha boca para mais alguma coisa na frente dela, é muito capaz de que me atire algo para matar. Era só o que me faltava, aceitar participar de um genjutsu desses sabendo do seu problema de claustrofobia... Eu fumo e ela é que fica drogada.
Andei de volta para o ateliê do meu pai, já que não sabia mais o que fazer depois de ter passado na casa de outros dois amigos e eles estarem ocupados com alguma coisa insignificante. Para de ser assim Olly! Que mané coisa insignificante? Se eles estavam fazendo era necessário! Eu sempre tive a mania de desmerecer ou, pelo menos, parecer desmerecer o que os outros fazem. Sei lá, é meio irônico, porque eu detesto que façam isso comigo.
– Ah, não! Aquela coisa, mais uma vez, na minha cabeça. – O que é que você quer agora? Era um bicho. Uma besta. Ela não estava na minha frente, não, e também não estava exatamente na minha cabeça. Era algo parecido com flashes, que tomavam a minha visão e me impediam de prosseguir. Aquilo me dava um calafrio, mesmo comigo sabendo que era só um pesadelo... Ou que foi um pesadelo... Eu nunca compreendi isso direito. – Filho? Oi pai, eu pensei em falar, mas não deu, eu estava muito preocupado tentando apagar aquilo. – Tá tudo bem? Sacudi minha cabeça, depois de dar um tapa nela. – Melhor impossível, papai! Nem nessas horas eu largava mão da ironia.
Caminhamos lado a lado até o interior do seu ateliê e, chegando lá, contei o que havia acontecido: que Joba era burra ou então se fez. – Por que será que isso aconteceu, não é? - Meu pai me perguntou. – Você saiu daqui tão desesperado que nem deixou eu terminar de falar. Realmente. – A questão era exatamente essa. Eu é que iria treinar com você, porque eu, diferente de muitos shinobis da sua idade, consigo me libertar desses genjutsus de forma bastante rápida e, ainda por cima, avaliá-los, fazendo-o saber se estão de fato sendo bem executados ou não. Caralho, por que eu não esperei? – Ah, pai, desculpa mesmo! - Pedi, depois de estalar a língua no meu céu da boca. – Além de eu não ter ouvido o que o senhor tinha para falar, acabei assassinando uma amiga. Nossa, quanto exagero. No fim das contas o meu pai pediu que eu lhe prometesse que visitaria essa minha amiga logo, e também pediu para que da próxima vez eu ouvisse o que ele tinha para me dizer até o final. Sem sombra de dúvida, pai.
– Bom, agora, vamos lá! Ele estava sentado enquanto me dizia tudo aquilo, e eu estava em pé, na sua frente. Depois disso, levantou-se e colocou todas as coisas que ocupavam o lugar para debaixo das bancadas e, por último, me posicionou no centro da sala, olhando fixamente nos meus olhos antes de discursar mais um pouco. Eu sorri. Era como se ele só soubesse fazer isso. – Primeiro você precisa compreender no que consiste o genjutsu, e depois em como ele se aplica, quais as fases que estão envolvidas antes de se ativá-lo e, no mais, de que maneira ele pode te ajudar a sobreviver... Nossa senhora, quanto melodrama! Ele falou, falou, falou e acabou dizendo a mesma coisa de diferentes formas! Meu pai parecia querer me teletransportar para dentro de um filme de ação quando, na verdade, eu só queria aprender uma técnica nova. – Pai? - Chamei, acordando-o daquele mundo. – O senhor está fazendo de novo. Desculpa, pediu, dando o pergaminho da técnica que faltava na minha mão.
Dali para frente, ao que ele me passava as instruções necessárias, pulando todo aquele assunto que "priorizava os motivos da existência e desenvoltura de blá, blá, blá, genjutsu", eu exercia os movimentos necessários com o meu chakra, me concentrava igualmente na cena em que precisaria transmitir e no corpo que precisaria afetar: o do meu pai. Dessa vez o chakra se espalhou de início, e eu o emanei, transpassando a distância que existia entre eu e meu pai e infiltrando aquela ilusão na sua cabeça. É isso?, pensei, Consegui? Parabéns, eu ouvi soar, agora abra os olhos, alguém ordenou. Eu vi a besta de novo, e dessa vez, era como naquele primeiro pesadelo: algo extremamente real. – Pai! Eu estava começando a ficar desesperado. – Pai! O que quer que esteja fazendo, por favor, pare! Mas continuou. – PAI! Eu pisquei, e tudo se desfez. Na minha frente só sobrou o próprio Levi, com um sorriso de canto e uma frase de efeito: – Eu não fiz nada. Ahãm, tá.

HP: 200/200;
CH: 180/200.

Considerações:
O chakra perdido foi em prol do gasto com os dois genjutsus de rank D executados (10 p/ cada).

Regras:
Jutsus de Rank D: 100 palavras;
Genjutsu: 3 pontos distribuídos, diminuindo o total em 45 palavras;
Inteligência: 2 pontos distribuídos, diminuindo o total em 30 palavras;
Habilidade em Genjutsu: Qualidade, diminuindo o total em 30 palavras;
Inteligência Aguçada: Qualidade, diminuindo o total em 30 palavras;
Total: -35 palavras.

Jutsus Compreendidos:


Tōgoku no Jutsu
(Técnica do Falso Aprisionamento)
Rank:
D.
Descrição: Essa técnica cria uma prisão ilusória ao redor do alvo, deixando-o incapacitado, por conta dos estímulos nervosos, de caminhar além das extremidades desse pequeno presídio.


O genjutsu consegue ser aplicado em até dois alvos de uma única vez, bastando fitá-los nos olhos;
O alcance do genjutsu se estende até um perímetro de cinco metros;
O genjutsu tem duração de um turno;
Pode-se cancelá-lo através da dor, interferência interna ou interferência externa.


Maisō no Genjutsu
(Técnica Ilusória da Sepultura)
Rank:
D.
Descrição: O alvo tem sua visão escurecida e, ao ascendê-la, vê-se numa situação desesperadora, onde têm pedras cobrindo seu corpo e rosto, depois de serem lançadas dentro de sua cova. A ilusão apenas provoca um choque, por conta do medo da morte, mas não ocasiona dores físicas ou mentais.


O genjutsu afligi um alvo único, bastando fitá-lo nos olhos;
O alcance do genjutsu se estende até um perímetro de cinco metros;
O genjutsu tem duração de um turno;
Pode-se cancelá-lo através da dor, interferência interna ou interferência externa.

Itens:


Baseado
Descrição:
Contêm a folha da Cannabis sativa no seu interior. Com compostos químicos psicoativos, são consumidos para fins recreativos, medicinais e espirituais. É comum o consumo pelo fumo, vaporização e ingestão oral. Na medicina tradicional da Índia, em particular, utilizou-se da Cannabis sativa como agente alucinógeno, hipnótico, sedativo, analgésico e anti-inflamatório.


Isqueiro
Descrição:
Aparelho provido de pavio embebido em fluido adequado, ou de reservatório de gás, que, acendendo-se, permite fumar, por exemplo.
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Chūnin
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Myoke, o ninja de grande vitalidade.

Estendia meu olhar pelo campo inteiro, tocava a grama macia enquanto apreciava minha água e ouvia o jovem falar, suas palavras suavam na minha cabeça e a resposta dela era imediata “garoto ambicioso, me lembra a mim mesmo quando jovem”, não sou de ajudar muito a outras pessoas, e realmente não sabia o motivo de querer ajudar o jovem, quem sabe fosse seus cachos brancos, ou apenas o tom suave do garoto, puxava uma kunai a cravando no chão e então com um tom um pouco elevado ecoava pelo campo – Okay, será meu aprendiz por hoje – ao terminar de falar me levantava ficando de coca, e em seguida dando um tipo de mortal para trás ficava totalmente em pé, com meus pés fixo no chão começava a correr, e apenas continuava minha fala – Corra comigo, vamos nos aquecer – enquanto falava começava a correr em uma forma de círculo pelo campo, limpava o suor com a mão e elevava o seu dedão ao nariz o passando como se tivesse limpando algo, a adrenalina de correr liberava um sorriso encantador do jovem Myoke.
...
- A narração é sua, faça o que quiser.
- Dei muitos detalhes, use como quiser.
- Eu não tinha visto que você postou, mals, quando postar me avisa no chat/mp/Messenger(de preferência) -




Convidado
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será se podemos?

Alguma coisa me dizia que ele não estava muito disposto a ajudar. Fodeu! Depois que eu terminei de falar, veio o silêncio, somente quebrado pelo som da grama chacoalhando com o vento, que atacou de repente. Quando cessou, o garoto tinha acabado de derramar algo goela abaixo, olhando-me de forma peculiar e até amedrontadora. Só falta essa porra ser louca, pensei, enganado. Nossa... - Abismei-me. – Quer dizer... Obrigado! Muito obrigado, real! Como eu disse, não esperava pela aprovação. O garoto não tinha uma personalidade muito amigável e, por isso, era difícil de alimentar expectativas de uma ajuda vinda dele. Ele disse sim! Quem sabe ele não me surpreende? Assim como eu fazia com quase todo mundo, que preferia formular uma imagem errônea de mim antes de, de fato, conhecer-me.

Sem pressa nenhuma, ele firmou uma kunai no chão, agachou-se e fez (praticamente) uma acrobacia, colocando-se prontamente de pé. É impossível que ele não seja um lutador árduo, ou que não domine o taijutsu de maneira excepcional... Pelo menos se comparado à mim... Eu não estava completamente à vontade com o que viria na sequência, mas de começo as coisas aparentaram que correriam bem. Correriam. Literalmente. – Certo! Eu tinha acabado de acatar a sua primeira ordem, iniciando o trajeto rápido o suficiente para alcançá-lo, girando ao redor do campo e percebendo, pela primeira vez, os traços do menino: Seus cabelos, seus olhos, sua boca, seu sorriso e, também... O suor. Não é de se jogar fora... Pera aí, ele sorriu!?


HP: 200/200;
CH: 200/200.

Bolsa de Armas:
Todas as presentes na ficha.

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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Myoke, o ninja de grande vitalidade.

Não podia deixar de transparecer a emoção do jovem Myoke ao simplesmente elevar seu corpo ao limite e superar as barreiras imposta pelo bem estar do seu corpo, olhando de relance para o jovem de cabelos branco Myoke disse - Vamos elevar o treinamento, quando sentir dores nas extremidades de seu corpo, apenas force mais, desafie a dor e desafie seu corpo, mostre quem o comanda - Myoke terminava de falar, mudando totalmente o seu estilo de correndo, ele corria fazendo estrelinhas¹, depois de um algumas voltas assim, o mesmo começou a correr pela parede, usando apenas o chakra de seus pés para lhe suspender sobre a superfície da terra, quanto mais corria, maior era seu sorriso. Myoke saltava para trás e então apoiava seus pés para um bom pouso junto a sua mãos direita, ao pousar no chão apenas perguntava - O quão cansado está - o garoto tinha se levado tanto pelo treinamento que tinha esquecido de seu novo parceiro de treino.
...
- A narração é sua, faça o que quiser.
- Dei muitos detalhes, use como quiser.
-¹- Aqui




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morto

Aquele garoto não era humano. Eu nunca tinha presenciado uma cena onde a pessoa se satisfaz de tal forma com um treinamento a ponto de sorrir alegremente enquanto o executa. Eu hein, só de pensar em me exercitar chega a dar uma coceira, pensei, julgando-me sedentário quando, na verdade (mesmo que bem lá no fundo) eu gostava de tudo aquilo. Olha os movimentos dele, são muito leves, rápidos e... Eu não estava mais conseguindo raciocinar direito, e a culpada era a minha respiração. Por algum motivo ela não me parecia correta ao que eu corria, prejudicando-me com dores na região acima do abdômen. Mostrar quem o comanda... Ele está certo. Eu não posso deixar que uma dorzinha me afete de tal forma! Eu sou um ninja, caralho! Como eu espero conseguir sobreviver por muito mais tempo se nem conseguir continuar correndo, eu consigo? A fala do meu mais novo técnico tinha me transbordado em ânimo. Ai! Minhas pernas também doíam, mesmo que não tenha dito, mas, mais uma vez, busquei ignorar as dores. O seu único objetivo agora é vencê-las, Olly! Tudo o que eu precisava era foco, totalizando na cabeça um único pensamento que me estimulava a prosseguir. Estrelinhas? Eu amo estrelinhas! Eu só não contava com a tontura que aquilo me daria. Eu realmente adorava fazer aqueles movimentos, mas eu nunca tinha realizado uma sequência tão grande deles antes. Eu sou muito idiota, mesmo! Cambaleei, cruzando as pernas ao invés de firmá-las quando terminei com as acrobacias. Contudo, ao contrário do que o meu corpo queria, não desisti. – Eu não diria cansado... Só, um pouco afetado. Tontura, falta de ar, dores nas pernas e ânsia. Por que diabos eu tinha inventado aquilo?

HP: 200/200;
CH: 200/200.

Bolsa de Armas:
Todas as presentes na ficha.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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Myoke, o ninja de grande vitalidade.

- Que bom que está cansado - ao terminar de falar Myoke levava seu corpo ao chão e começava a fazer flexões e dava as instruções - 300 flexões - Myoke continuava até terminar suas flexões e então trocava de mão e continuava. Ao terminar Myoke começou a subir a montanha sem auxilio de seu chakra, apenas com sua mão, até finalmente chegar ao topo da montanha, onde Myoke disse - Seu teste final, será quebrar aquela pedra apenas com as palmas da mão - o garoto apontava mostrando uma pedra de uns 25 metros a frente dele.
...
- A narração é sua, faça o que quiser.
- Dei muitos detalhes, use como quiser.
- 5/5 - Depois disso, terminamos a qualidade, se quiser continuar o enredo para desenvolver algo com o Myoke, só avisar.aqui




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e não é que virou?

E não é que eu tava certo? Ele simplesmente cagou para o fato de eu estar visivelmente mal, fingindo acreditar que o que eu disse era verdade, passando-me mais exercícios e, realmente, testando a minha durabilidade. Quê!? Trezentas fucking flexões!? Eu coloquei entonação suficiente na voz para que ele me ouvisse e, pelo menos, tentasse reparar no que estava dizendo. Não funcionou. Diferente dele, eu não tinha aqueles hábitos. Estava tentando ao máximo me esforçar para conseguir o que eu queria, mas não tinha tamanho preparo físico. Não me dar nem uns segundos de descanso era foda. Fazer o quê, né? Eu que pedi por isso... Quando me dei conta já estava com a palma das mãos e a ponta dos pés no chão, colocando o meu peso para cima e para baixo com a ajuda dos meus braços. Dez, onze, doze... Parecia que quanto mais eu contava, mais eu me aproximava da morte. Trinta e quatro, trinta e cinco...

Abismado, eu via o garoto de cabelos longos estilizar as flexões com movimentos absurdos: alternou os braços, bateu palmas no ar e até prolongou o tempo dos membros superiores estendidos, antes de descer para mais flexões. Essa é a minha deixa, eu vou aproveitar que ele está subindo aquela montanha com... Suas mãos? Eu não sabia mais o que dizer sobre ele, mas sabia que os meus pensamentos queriam me trapacear, fazendo com que a contagem de trezentas flexões não acontecesse e que eu, finalmente, descansasse um pouco. Tarde demais. Quando eu me dei conta, ele já tinha chegado no topo do monte, ordenando mais alguma coisa. Você tá me tirando! Como é que eu vou quebrar aquela porra? Dessa vez eu devia me preocupar em ferir uma pedra de vinte e poucos metros. – Fodido em Cristo - Cochichei.

Não era menos do que a minha quinta vez tentando, nem que fosse um risco na superfície daquela pedra, com os meus socos. – CARALHOOO! - Bradei, ainda mais alto que o mais alto grito que você já ouviu, descendo a minha mão envolta de ira, muita ira, bem no meio daquele rochedo. – Uai...? Quebrou? Não é que eu tenha conseguido dividir a pedra no meio, mas comparada às últimas tentativas, aquela tinha sido um prêmio. – Caralho...! Caralho! Caralho! UHUL! Mais feliz do que em qualquer outro momento daquele dia, dessa vez eu tinha conseguido esquecer todas aquelas sensações ruins e me agarrado a vitória. Amém.


Considerações:
Qualidade adquirida:

Grande Durabilidade (2)
Tipo:
Treinável.
Descrição: Muitos shinobis nascem, ou mesmo desenvolvem, ao longo de suas vidas, uma durabilidade maior para manter-se em pé mesmo nas piores condições, pois possuem reservas de energia avantajadas em contraparte de seus inimigos e pessoas normais.
Bonificações: Acréscimo de 1 Ponto em Stamina.

Bolsa de Armas:
Todas as da ficha.

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OLLY KURAMA SIVAN

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@Parabéns
Convidado
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Convidado
Convidado


claq boom!

Movimentando-me em direção aos portões da vila, retornava, quase exausto, de uma missão. Muitas coisas haviam acontecido em sequência desde que resolvi me dedicar a esta e, por isso, nada melhor do que retirar todo o restante da tarde, e também da noite, para dormir. Com esse pensamento, não tardei a chegar em casa, cumprimentar meus pais, banhar-me e, finalmente, repousar. De madrugada, como de costume, levantei-me para tomar água e, ao contrário das outras vezes, senti como se eu não fosse o único naquela cozinha. Meus pais estão dormindo, é impossível que... Fossem eles? Ao mesmo tempo que afirmava mentalmente, questionava-me.

Considerações:
Deixei uma deixa para eu trabalhar essa qualidade em cima de uma trama com um provável bandido que queria/conseguiu invadir a casa do personagem. Treinamento para adquirir a qualidade Domínio Psicológico:

Domínio Psicológico (2)
Tipo:
Treinável.
Descrição: Alguns personagens conseguem desenvolver, ou simplesmente aprendem, ainda muito jovens, como analisar, compreender e até manipular as pessoas apenas usando a mente delas, mas sem nenhuma técnica envolvida.
Bonificações: Podem manipular as pessoas com facilidade e compreender leitura corporal e outros métodos psicológicos. Genjutsus tornam-se 1 ponto mais difíceis de serem quebrados.

Bolsa de Armas:
Todas as da ficha.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Havia um homem de vestes negras e um capuz, ele notava o garoto ali e falava -O que faz aqui?Só vim roubar algo para comer, não tenho nada na minha casa.Não sei se é morador aqui, mas me perdoe caso eu faça algo de ruim.Caso aceite me dar comida posso te ensinar algo interessante, se quiser.


01/05


Vou aumentar o tamanho dos posts a partir do próximo post meu.Mas quem irá dar o enredo é você, apenas sigo a ideia.

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''Quanto mais tempo se passa com alguém, mais forte se torna o laço com a pessoa.''
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Chūnin
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atento

Por que todos cismam em usar vestes negras e um capuz? Essa era uma dúvida de tempos, desde que, dentro das minhas missões, havia presenciado várias dessas vestes (mesmo que não em uma pessoa daquela, que dizia somente querer comida). – Não precisava disso tudo. Se você só quer comida, por que não bateu na porta e pediu por ela? Mesmo que de madrugada, eu acharia menos estranho você fazer isso, do que invadir minha casa. Aquilo nunca tinha me acontecido antes. A Nuvem sempre foi muito tranquila, jamais imaginaria algo do tipo em pleno aquele horário. Não sei se devo confiar, pensei, semicerrando os olhos. Mas se tem uma coisa que eu aprendi, é fazer o bem. Sendo assim, eu entregaria comida ao esfomeado sem esperar por recompensas. – Tome. São algumas frutas. Depois que acabar, caso queira mais, é só pedir. Agora, acho melhor você ir - Afirmei, traçando o caminho até a porta da sala.

HP: 200/200;
CH: 200/200.

Bolsa de Armas:
Todas as da ficha.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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Tal homem ouvia as palavras do jovem e recebia a comida, e logo as comia.Após o termino da refeição falava enquanto tirava seu capuz, demonstrando ser um velho homem que parecia estar em seus últimos dias, ou não -Eu sou um coveiro simples.O salário que ganho não dá para eu me sustentar, se você me entende, este trabalho não dá muitos ryous, e oque ganho eu preciso para pagar minhas dívidas, mas agradeço por ter me alimentado.Como recompensa eu gostaria de te ensinar algo, gostaria de saber o que tenho para ensinar-lhe?


02/05

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''Quanto mais tempo se passa com alguém, mais forte se torna o laço com a pessoa.''
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Chūnin
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amostra

Antes que eu pudesse abrir a porta da minha casa, o encapuzado resolveu se alimentar desesperadamente daquelas frutas e, depois, mostrar o seu rosto: Revelou-se velho e completamente desgastado. Menos mau. Sentindo-me feliz por ter feito a coisa certa ao ajudá-lo, ouvi-o dizer que tinha algo para me ensinar, não tratando isso como uma recompensa, mas sim mais uma ajuda. – Suponhamos que eu aceite... O que seria? Eu não podia esperar muita coisa de um coveiro, não sabia sequer se ele era somente um cidadão qualquer ou um shinobi, mas deduzi que, de certa forma, dar-lhe atenção e procurar ouvir o que tinha a mais para me dizer poderia fazer alguma diferença ao seu, e ao meu dia. – Então?

HP: 200/200;
CH: 200/200.

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Todas as da ficha.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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-Não sei se você sabe, e suponhamos que eu sou um velho shinobi, e sem me alimentar não consigo entrar em forma, para poder usar jutsus.Então... - O homem se levantava de seu acento, e com sua pá que usava no trabalho batia no chão, liberando alguns raios ofuscantes, que ofuscava a visão do garoto que olhava-lhe, e ao termino da eletricidade, ele se mostrava uma figura diferente, e logo dizia -Domínio Psicológico, já ouviu falar? - 


03/05
Spoiler:

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oxi

Eu não consegui entender muito bem o que o velho me disse, mas antes que pudesse questioná-lo a respeito, um clarão tomou conta da casa e das minhas vistas. Tentando me defender, ergui um dos meus braços em frente aos meus olhos e, depois, vi a luz desaparecer, dando lugar para uma figura completamente diferente da de antes, com exceção da velhice. – O quê? - Não consegui disfarçar a dúvida. – Quem é você afinal? E qual é a dessas vestes? - Indaguei, ouvindo-o dizer alguma outra coisa. – Domínio psicológico... Eu imagino o que seja... Preferi não comentar nada, mas para mim ele se parecia demais com uma criatura mitológica. Será que eu tô sonhando...? Eu hein!

HP: 200/200;
CH: 200/200.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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-Alguns me chamam de Zeus, outros dizem que sou apenas um coveiro comum, porém não sou um Deus, apenas uma pessoa bastante habilidosa e raramente alguém me encontra por aí.Vamos ao oque interessa.Domínio psicológico envolve apenas você manipular a cabeça de alguém com facilidade, como se ela estivesse em Genjutsu, aí você me pergunta:Não afeta em Genjutsu?Sim, afeta, seus Genjutsus ficam aperfeiçoados, pois ficam um pouco mais difíceis de serem quebrados.Observe. - Por um breve momento a mente do garoto era manipulada, e ele falava ''Me chamo Olly Kurama Sivan'', e após tal fala o velho parava de manipular sua mente, e dizia -O que achou, Olly?Manipulei por um breve período sua mente, tente fazer isso comigo, também - 


04/05

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melhore

E pensar que eu tinha julgado aquele velho como alguém totalmente inabilidoso e incapaz. Impossível... O homem parecia ter bastante conhecimento, principalmente sobre aquilo o que me convinha: genjutsus. – Me chamo Olly Kurama Sivan. Eu nunca revelava o meu clã para aqueles que me perguntavam meu nome, justamente porque isso poderia facilitar a vida dos meus oponentes caso tivessem algum conhecimento sobre minha linhagem... Então foi esse tal domínio psicológico que fez com que eu dissesse! Olhando-o com um enfoque muito maior, preocupei-me em recordar de tudo o que ele fez e disse instantes atrás, reproduzindo-os com perfeição. Agora é a sua vez! O próximo a falar era ele. Minha capacidade com genjutsus e com a mente também não eram de se desmerecer.

HP: 200/200;
CH: 200/200.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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O homem era manipulado e logo dizia -Me chamo Zeus, um mero velho por aí, sou um grande usuário de raios, e alguns me chamam pela alcunha de ''Mestre dos Raios'', outros me chamam apenas de coveiro-.Por um momento sentiu-se manipulado, e logo recobrava a consciência, quando a manipulação do garoto acabava, ele logo dizia -Enfim, acho que acabamos por aqui, qualquer coisa é só me chamar, que eu virei até aqui e te ajudarei, você sabe. - Falou enquanto seu corpo voltava a um coveiro simples com uma pá, enquanto saia pela porta no meio da noite, sumindo entre as sombras.


05/05


ap

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vá de retro

Eu acabei descobrindo mais dele do que ele de mim. E não é que funciona mesmo? Por um instante eu tinha duvidado que aquilo nada mais era do que uma habilidade natural, e não uma ilusão, e por isso estava surpreso em ter conseguido executá-la sem necessidade de gastos de chakra. – Certo... Boa noite, e bom trabalho! Mesmo que por fora eu parecesse alguém bastante educado, por dentro eu queria mais que todo aquele momento esquisito cessasse logo. E vê se não volta, pensei, batendo a porta nas costas do homem, que por incrível que pareça tinha me sido eficiente.

HP: 200/200;
CH: 200/200.

Considerações:
Qualidade adquirida:

Domínio Psicológico (2)
Tipo:
Treinável.
Descrição: Alguns personagens conseguem desenvolver, ou simplesmente aprendem, ainda muito jovens, como analisar, compreender e até manipular as pessoas apenas usando a mente delas, mas sem nenhuma técnica envolvida.
Bonificações: Podem manipular as pessoas com facilidade e compreender leitura corporal e outros métodos psicológicos. Genjutsus tornam-se 1 ponto mais difíceis de serem quebrados.

Bolsa de Armas:
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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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elemento terra: dobradura elíptica

Eu não aguentava mais bocejar, e nem sabia o motivo de estar fazendo tanto isso. A minha noite anterior de sono tinha sido ótima, e todas as outras noites da semana, também. Para ser sincero já fazia bastante tempo que eu não reclama disso, justamente porque estava organizando melhor a minha agenda de afazeres e, consequentemente, preenchendo oito horas na cama, dormindo. – Pra completar, essa porra não funciona! Tentava efetuar uma técnica do meu elemento. Tinha o descoberto há pouco tempo e, por isso, estava muito empolgado para ampliar meus conhecimentos e habilidades. – Vai tomar no cu! Porém, ninguém disse que eu estava feliz.

A iniciativa de ir parar ali tinha sido exclusivamente minha, o que indica que, além de não ter nenhuma instrução, também não tinha nenhuma técnica pronta para trabalhar. Faz parte do arsenal de um ninja as suas próprias criações, pensei, agora e, também, quando consegui projetar na minha cabeça uma habilidade ímpar, desenvolvida por mim. – Eu não tô conseguindo nem manusear essas pedrinhas, como é que eu espero fazer algo desse porte? Haviam dezenas de pedregulhos na minha frente, e eu tentava arduamente movimentá-los, falhando. Por que todo esse mau humor, Olly?, questionei-me mentalmente, exercendo uma breve meditação antes de prosseguir com aquele dia.

– Primeiro passo: o chakra. Focando-me em direcioná-lo para a palma das minhas mãos, transformei-o em algo apto ao uso e manipulação da terra. – Segundo passo: os selos de mão. Consciente de quais os selos mais utilizados em ninjutsus elementais, e quais as suas contribuições para uma técnica, decidi que usaria da Cabra, do Rato, Macaco e Cachorro. – E por último... A técnica! Sentindo-me consumir por uma força que somente me tomava quando estava em batalha, agachei meu corpo e bati contra o solo dos arredores da Nuvem a palma de ambas as minhas mãos, erguendo minha cabeça e emergindo o que apelidei de: – Elemento Terra: Dobradura Elíptica!

Depois de várias tentativas falhas, ter conseguido finalmente a capacidade de execução do forte me deixou mais do que alegre, aliviado. Antes de sair de casa eu tinha certeza de que demoraria menos tempo do que de fato levei para terminar as coisas por ali, retornando a tempo de finalizar a lista de afazeres que Haza, minha mãe, deixou para mim. Acho que hoje eu não consigo minhas oito horinhas de sono, não, palpitei, colocando uma das mãos na cabeça, recordando-me de cada um dos itens que havia na lista. – Quer saber? Eu vou continuar por aqui! Pelo menos um pouco mais... Olha o que eu acabei de fazer! Falava sozinho, feliz e deslumbrado com a estrutura e aparente qualidade da minha primeira criação.


HP: 200/200;
CH: 161/200.

Considerações:
O chakra perdido foi em prol da utilização de uma técnica de rank B, contando com a qualidade Grande Controle de Chakra.

Regras:
Jutsus de Rank B: 350 palavras;
Ninjutsu: 3 pontos distribuídos, diminuindo o total em 45 palavras;
Inteligência: 4 pontos distribuídos, diminuindo o total em 60 palavras;
Inteligência Aguçada: Qualidade, diminuindo o total em 30 palavras;
Número Mínimo de Palavras: 215;
Total Presente no Texto: 438.

Jutsu Compreendido:


Doton: Daen Oritatami
(Elemento Terra: Dobradura Elíptica)
Rank:
B.
Selos: Cabra, Rato, Macaco e Cachorro.
Descrição: Depois de realizar os selos, o usuário bate a palma das mãos no chão e faz emergir uma espécie de cúpula terrestre, criada através de um movimento em espiral com a intenção de isolar o alvo. A técnica também consegue servir como uma defesa, podendo ser conjurada entorno do utilizador ou de seus aliados, mas a presença de cinco ou mais pessoas no forte é impossível.


Como dito, no máximo quatro pessoas conseguem dividir o espaço;
A técnica alcança um perímetro de vinte metros;
O forte mede quatro metros de altura e cinco metros de diâmetro e é totalmente fechado;
A dobradura é maleável, podendo diminuir de tamanho para dois metros de altura e três metros de diâmetro, contudo, isso só acontece consumindo a quantidade de chakra do rank da técnica;
Para cada conjuração, caso haja mais de uma, é descontado a quantidade de chakra do rank da técnica;
A técnica pode ser cancelada com um segundo toque da palma das mãos no chão.

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OLLY KURAMA SIVAN

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jutsu aprendido.

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Tokubetsu Jonin
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arte ninja das flores

– Podemos ir? Eu tinha acabado de receber o primeiro ultimato de minha mãe perante a minha vida shinobi: ela queria, porque queria me ensinar sua mais famosa Arte Ninja das Flores... Isso não era ruim, a realidade é que eu sempre quis aprender mais sobre aquelas suas técnicas, contudo, naquele momento, não estava nada disposto a treinar; Minhas costas doíam e meus braços também, isso por conta de ter preenchido mais da metade do meu dia anterior ao lado da Raikage e, durante a noite, ajudado meu pai com a organização de seu ateliê de arte. Quem me dera pudesse dizer não, pensei, referindo-me ao convite de Haza para tal aprendizagem. – Começamos assim que a senhora quiser! Quando me dei conta já estávamos no mesmo campo de treinamento que eu costumava treinar, sozinho.

HP: 325/325;
CH: 500/500.

Considerações:
Treinamento para adquirir o Estilo de Luta Hana Ninpō:

Hana Ninpō
(Arte Ninja das Flores)
Requerimentos:
2 Ninjutsu, 2 Genjutsu & 2 Inteligência.
Descrição: A Arte Ninja da Flores (花忍法, Hana Ninpō) é um subconjunto de ninjutsu e genjutsu envolvendo técnicas secretas orientadas por flores e usadas por um clã no País dos Vegetais.

A personagem que acompanhará esse treino é a mãe de Olly, Haza Raja, presente na minha ficha de personagem e no link de NPCs de Kumogakure. Sua aparência corresponde a de Hone Onna, Jigoku Shoujo.

Bolsa de Armas:
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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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Pétalas rosas.
Estava ansiosa para finalmente conseguir ensinar alguma coisa a Olly, já sabia de seus talentos naturais com os genjutsu e sabia que isso poderia potenciar as mesmas absurdamente e além de nos deixar mais próximos, de início iria começar com um básico com Olly demostrando de meus talentos com a habilidade, dando um giro rápido e fazendo várias pétalas de rosas surgir de minhas roupas me cercando e enquanto Olly observava e inalava o cheiro das mesma acabou por se iludir em um genjutsu, observando agora de uma montanha e flores para todo o lado, brisas agradáveis trazia um clima extremamente refrescante e de agrado, além do ar puro que se fazia presente no local, uma ilusão de alto nível. Dava um sorriso e colocava minhas mãos sobre seu rosto e disse:

- Bonito, não é? Pois será aqui que iremos treinar.
~~
Considerações:
-Narrando como se fosse sua mãe.
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suave mente

Ela sequer precisou dizer alguma coisa para me fazer sorrir. Era admirável tudo o que aquela mulher conseguia executar, e agora, mais do que nunca, fazer-me se deslumbrar com o que quer que fosse aquilo. Que lugar é esse? Eu nunca havia passado por ali antes, mas gostaria de permanecer por muito mais tempo. Parecido com parte de um conto de fadas, um monte recheado daquelas mesmas flores que encobriram minha mãe, surgiu. – Sim, demais! - Exclamei, percebendo o toque suave das mãos de Haza. Depois disso, já não existe qualquer má vontade dentro de mim, pensei, recusando-me a aceitar a fadiga diante de tudo o que havia feito no dia anterior. – Muito obrigado por isso - Agradeci.

HP: 325/325;
CH: 500/500.

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OLLY KURAMA SIVAN

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Chūnin
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Pétalas rosas.
-Vamos começar então, minha habilidade basicamente funciona utilizando do meu chakra para manipular as pétalas que podem ser usadas de diversas maneiras, mas creio que nosso intuito aqui seria utilizar junto as habilidades natas de genjutsu do nosso clã, não existe muito o que explicar, somente a fazer. 

Enquanto falava demostrava com minhas habilidades as manipulações de forma simples, no fim joguei um amontado de petalas em suas mãos e apeans ordenei:

-Use seu chakra, ordene as flores ao seu serviço.
~~
Considerações:
-Narrando como se fosse sua mãe.
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circule

Aquele era o momento de abandonar o deslumbre e abrir as portas para a atenção. Endireitei minha postura e estendi as minhas mãos para recepcionar as pétalas que minha mãe depositou nestas. – Basta que eu as manipule com chakra... - Auto afirmei, fechando os olhos e respirando fundo. – Certo! O movimento que se iniciava era bastante familiar, nada incomum ou anormal. Fazer minha energia circular era extremamente necessário durante os genjutsus, e sendo esta a minha habilidade principal, naturalmente as coisas deveriam acontecer fácil comigo. Impulsionando chakra para a minha mão e, depois, fazendo-o emanar, circundei as flores de maneira a deixá-las sobre o meu comando. Sorri de canto quando as fiz flutuar em círculos, assemelhando-se a um pequeno rodamoinho de vento. – Assim? - Questionei Haza, minha mãe.

HP: 325/325;
CH: 500/500.

Considerações:
Imagino não ter problema algum eu ter conseguido fazer isso já que as proporções foram mínimas e a quantidade de posts é curta.

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OLLY KURAMA SIVAN

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