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Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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[FILLERS] Douglas

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[FILLERS] Douglas - em 21/3/2017, 14:05

Relembrando a primeira mensagem :

AMPLIANDO CONHECIMENTOS!
Acordei com a animação de sempre. Queria poder me levantar a aprender algo. Minha vida parecia se resumir entre realizar novas missões e adquirir novos conhecimentos. Sabia que esses conhecimentos acumulados somados às habilidades de um shinobi, poderiam trazer grandes melhorias para as pessoas e resultar em mais qualidade de vida para todos. 
Me vesti e fui tomar meu café. Apenas minha mãe estava sentada comendo. Ela estava ouvindo música quando entrei na cozinha e imediatamente baixou o volume para poder conversar comigo. Sua mãe ficava muito animada nos dias que antecediam alguma apresentação sua. Mesmo para ser músico, é necessário muito estudo, dedicação e principalmente paixão por música. 
Trocamos algumas palavras, o jornal estava na mesa, aproveitei para ler algumas coisas na capa. Nada me interessou. Geralmente não lia jornais, não confiava muito nos jornalistas. Como uma vez me disseram "quero apenas a notícia, a opinião eu mesmo faço". Mas quase nunca é assim. Sempre nos dão opinião como se fosse notícia. "Onde está o papai?" perguntei. Mamãe me indicou a biblioteca e fui para lá.
Cheguei na biblioteca e lá estava papai. Me sentei no sofá da e fiquei olhando-o realizar algumas pesquisas em alguns livros. Não falei nada para não atrapalhar mas ele havia comentado comigo alguns dias antes que estava buscando compreender algumas doenças que acometem o ser humano. Mesmo que aquelas doenças não tenham sido ainda diagnosticadas em ninguém do nosso país, não era demais conhecê-las e possuir os conhecimentos necessários para a cura delas quando surgir. 
Após seu pai sair da sala, resolveu se levantar e ir até a mesa dele. Olhando a quantidade de livros que ele estava pesquisando, todos abertos em determinadas páginas que coincidiam com o tema pesquisado por papai. Eu possuía conhecimentos modestos comparados ao meu pai sobre todos aqueles temas: anatomia, crakra, sistema de circulação de chakra. 
Queria poder conhecer todos esses assuntos com profundidade. Sabia, obviamente, que levaria muito tempo para conhecer de forma minuciosa cada um dos temas. Aplicá-los então! Poderia levar anos, quem sabe décadas para produzir de forma coerente e coesa. 
Mas pensar dessa forma não leva ninguém a lugar nenhum. Resolvi começar a estudar agora mesmo. Afinal, se for demorar dez anos para me especializar em algum tema, quanto mais cedo começar, mais cedo irei conhecer. Pegou dois livros, um sobre anatomia e outro sobre o chakra. 
Me sentei na cadeira junto à mesa e fechei o livro com intuito de começar sua leitura do começo. Dedilhando as páginas do livro sobre anatomia, ele se iniciava contando um pouco da história e quem foram seus primeiros pesquisadores. Segue um trecho:
"Anatomia (anatome = cortar em partes, cortar separando) é a ciência que estuda a forma, a estrutura e organização dos seres vivos, tanto externa quanto internamente. Conhecendo suas estruturas e relações entre estas estruturas."
Toquei rapidamente meu dedo indicador na armação do meu óculos e o empurrei levemente para se ajustar melhor enquanto eu ia lendo. Após uma breve introdução sobre o significado e objetivos de estudos dos anatomistas, o livro listava alguns importantes anatomistas e suas contribuições para o conhecimento. Uma ilustração do livro trazia algumas pessoas em uma aula séculos atrás.
Comecei a tomar conhecimentos das primeiras contribuições aos estudos e aquele que era tido como "pai da anatomia", Aldreas Vesalius. Além de contribuir com os estudos teóricos, ele também ilustrava todas as suas descobertas, facilitando ainda mais o estudo por aqueles que iriam empreender novos estudos.
Deixei esse livro de lado e resolvi começar a ler sobre o chakra. Buscando conhecer melhor o tema e poder melhorar meus treinamentos. Os livros seguem um padrão mostrando um pouco sobre o conceito da palavra seguido dos fundadores ou primeiros estudos sobre o tema. 
"Chakra (チャクラ, chakura) é essencial até mesmo para as técnicas mais básicas; ele é feito moldando a energia física (身体エネルギー, shintai enerugī) presente em cada célula do corpo e a energia espiritual (精神エネルギー, seishin enerugī) adquirida do exercício e a experiência."
Leu sobre as cores diferentes de crakra e seus componentes, as formas de luta e suas aplicações e usos do crakra em suas técnicas. Já tinha conversado com seu pai sobre as naturezas elementais e suas combinações e como é necessário um controle hábil do chakra para poder realizar tais ações. Fiquei fascinado pelo assunto e queria explorá-lo mais e mais.
Infelizmente os livros só nos fornecem conhecimentos teóricos. Por mais que eles consigam se expressar de forma clara e objetiva, é a aplicação na realidade que nos ensina mais. Conhecimento teórico somado com experiência e prática, essa era a fórmula para realizarmos qualquer empreendimento. 
Fiquei pensando se poderia ir para o Laboratório e conversar com algum professor ou funcionário de lá. A ideia logo se afastou da minha cabeça quando virei a página e visualizei uma nova figura. Era o Sistema de circulação de crakra.
Sistema de Circulação de Chakra (経络系, Keirakukei) é o termo para os canais no corpo por onde viaja e flui o chakra. Ao longo das vias de chakra, há 361 pontos chamados tenketsu que controlam o fluxo de chakra como disjuntores, e dentro desses tenketsu há oito portões que controlam a função do corpo e os níveis de tensão.

Lendo as páginas seguintes do tema, conseguia compreender melhor como alguns shinobis conseguiam imobilizar seus adversários com facilidade, realizar feitos notórios. O livro assinalava que alguns shinobis constroem estilos de luta inteiros apenas aprofundando seus conhecimentos sobre a circulação do chakra e, consequentemente, conhecendo os pontos de pressão em que podem atacar.
Papai voltou para a biblioteca e imediatamente eu ia retornar as páginas que ele estava lendo antes de mim. Ele me sinalizou que não era necessário que eu parasse de ler o livro e que poderia continuar a ler porque ele iria utilizar outros. Fiquei feliz de poder continuar minhas leituras e sorri para ele, que provavelmente ficou orgulhoso de ver que seu filho, mesmo tão novo, tinha a vontade de aprender medicina assim como ele.
Peguei o livro sobre chakra e fui para meu quarto poder continuar a ler e sem atrapalhar o papai. Sentei na minha cama e fiquei assimilando as informações e pensando em como aplicá-las ou apenas em desvendar técnicas que eu já tinha ouvido falar mas não sabia a origem das mesmas. Após ler mais um pouco, meus olhos começaram a acusar cansaço. Fechei o livro e acabei pegando num sono.

Sobressai-se em resolver 
as dificuldades quem 
as resolve antes que apareçam.
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Re: [FILLERS] Douglas - em 17/6/2017, 23:55


IV
Uma noite de descanso. Algumas vezes é tudo que precisamos. Não sei nem se eu preciso de uma noite inteira de descanso. Talvez apenas algumas horas. Nosso corpo e nossa mente precisam estar em perfeito equilibrio para que nada possa nos derrubar. Nossas reações, tomadas de decisões, movimentos. Tudo depende desse equilíbrio. Se algo não estiver pesando corretamente, desandamos. Na última vez que eu escrevi, eu estava com um acúmulo de cansaço que me tornou até um pouco reclamão e chato. Confesso.

Eu passei meus olhos aqui nas anotações anteriores e é visível meu pedido de ajuda. Certamente que eu estava em um momento bem delicado. Como eu disse: faltou equilíbrio. Não. Essa não será a palavra "chave" dos meus escritos de hoje e que eu irei repetir em exaustão até nunca mais querer usá-la novamente. Vou mudar de assunto nas próximas linhas porque eu andei pesquisando algumas coisas e formulei outras para adaptá-las à nossa Vila.

Nós temos que acreditar nas pessoas. Essa é uma máxima que devemos levar sempre. Como podemos não confiar nas pessoas? Confiaremos em quem? Não podemos deixar que uma ou duas pessoas abalem nossa fé na humanidade e na bondade do ser humano. Enquanto Líder da Vila, eu preciso ao máximo explorar o que os ninjas têm de melhor. Instruí-los dentro de uma diretriz moral firme e que respeite às diversidades. Essas diversidades nos tornam únicos e não devem ser menosprezadas ou diminuídas em prol de alguma padronização burra.

Se um ninja tem como sua principal característica a inteligência, é função de todos na Vila trabalharem para que essa pessoa possa explorar e desenvolver ao máximo essa sua capacidade. Ele terá que moldar seu estilo de luta com essa base. Certamente que deve conhecer razoavelmente outras formas de combate e dominá-los minimamente como genjutsu, ninjutsu e taijutsu. A questão é fundir essas capacidades "padrões" com a especificidade da pessoa. Isso que quero buscar com algumas novas ideias.

Existem conhecimentos que todos precisamos ter para ser um ninja qualificado e não quero discutir essa questão porque é tolice discuti-la. Você precisa saber os fundamentos dos jutsus, das naturezas de chakra, estratégias etc. Todos os ninjas têm de conhecer esses fundamentos para aí se desenvolverem com suas peculiaridades. Estou ressaltando esse ponto porque ele é crucial.

Precisamos de material humano para alcançar resultados melhores. Não apenas nos desenvolver tecnologicamente - já que era evolução deriva das capacidades humanas -. Devemos enaltecer todas as características das pessoas e potencializá-las. Essa é a minha meta enquanto líder de Kumogakure. Espero logo poder estar incrementando pautas que façam evoluir nesse sentido.

Precisamos evoluir em alguns áreas: educação, tecnologia e burocracia. A primeira questão eu já abordei. A segunda vem em consequência de um bom planejamento para a educação. Não se pode alcançar bons resultados em inovações se nosso material humano é limitado e mal capacitado. Fica simplesmente impossível. A vila não depende apenas de mim, e sim de todos os shinobis que aqui residem. Das pessoas que trabalham para movimentar a economia.

Quando eu falo em burocracia, não me refiro a um conjunto de pessoas que estão desde sempre em algum cargo e não fazem nada para merecer continuar nele, e continuam apenas por conhecerem "alguém". Talvez a palavra nem seja burocracia, mas é a melhor que eu tenho nesse momento. Precisamos de um grupo de pessoas capacidades e com disposição de trabalhar, de se dedicar dia e noite à evolução de Kumo. Abdicando muitas vezes do prazer individual em prol de construir uma sociedade melhor para todos na Vila. Existem momentos em que precisamos realizar sacrifícios.

Em momentos de guerra, por exemplo. Certamente que é um dos momentos mais tristes da humanidade. Ele evidência o quanto não evoluímos tanto quanto dizemos e ainda recorremos à brutalidade. Infelizmente o diálogo não cabe na maioria das situações pois todos desejam apenas uma coisa: poder. Quase todas as pessoas agem por uma influência que os faz querem poder. Sempre mais e mais. Poder ilimitado para suprir qualquer deficiência que seja. É como se juntar poderes e se tornar imortal tornará essa pessoa boa, competente ou respeitável. É apenas triste. Só isso.

Dito isto, acho que ficou claro que devemos realizar os sacrifícios pela Vila. Eu passo muitas noites sem dormir e não reclamo disso. Aguento porque é a minha função não dormir enquanto temos problemas não resolvidos na vila. Eu devo buscar as respostas com auxílio de todos à minha volta. Estamos formando ótimos ninjas que estão em constante evolução e logo teremos um grupo de elite preparado para qualquer ordem recebida. Para defender Kumo com garra e força. Um grupo bem capacitado e que estará disposta a qualquer coisa para proteger os membros da vila.

Minha ideia é formar um grupo especial para realizar missões que shinobis comuns não estariam aptos a realizar. Enquanto o mundo viver sob o código militar, teremos que nos preparar ou seremos alvos fáceis dos que se recusam a dialogar. Eu não posso fazer muito para alterar a mentalidade dos outros países que não são nossos aliados. Apenas devo estar preparado para no momento que precisar, mostrarmos o que somos capazes de fazer. Portanto é importante que desde cedo todos tenhamos esse pensamento.

Devemos colocar a vila acima de tudo. Não existe individualidade que deva ser colocada à frente dos interesses da vila e do seu povo. Não existe nenhum líder tão importante que possa ser confundindo com a vila em que lidera. Eu não sou nada perto da história de Kumo ou da sua importância. Existiram outros e existirão mais ainda com o mesmo propósito de proteger Kumo. Minha função é apenas fazer o melhor que eu posso e contagiar a todos com essa vontade de trazer à paz e mantê-la a todo custo.

Vocês podem ter certeza que estamos pronto para defender a vila de qualquer ataque. Eu suspeito que não demorará muito. A ganância cresce entre nossos vizinhos e logo isso irá transbordar e será iniciada uma nova guerra. AHH! Cansei de escrever por hoje. Deixarei para os próximos dias "atualizar" vocês do futuro sobre o que está ou estará acontecendo.

Makaveli; HP:1350/1350 | CH:1975/1975

They got money for war,
but  can't feed the poor.


Bolsa de Armas
28/40
01 pílulas// Hyorogan (02 unidades) + Zoketsugan (02 unidades)
01 Kibaku  Fuda (03 unidades)
05 kunai (2)
05 shuriken
05 hikaridama
03 fios (15m)
02 makibichi (10 unidades)
06 Fios de aço (30 metros)

Kanchi ativo, máximo 300 metros.
Kanchi no Jutsu
Descrição: A técnica de detecção permite que o sensor tipo shinobi para detectar e rastrear alvos através de suas assinaturas de chakra. A gama de esta técnica varia entre os sensores
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Re: [FILLERS] Douglas - em 17/6/2017, 23:59

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Re: [FILLERS] Douglas - em 20/4/2018, 23:26

DIAS DESPERDIÇADOS

Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira.

Quais formas minha infelicidade possuía? Eu poderia classificar meus sentimentos como infelicidades? Reparem: possui um S que indica o plural. Não acredito que apenas um acontecimento tenha alterado a ordem das coisas na minha vida. Uma sequência de acontecimentos desencadeou o que viria a acontecer. Toda noite quando me deito, me vêm à cabeça os acontecimentos que mais me atormentavam. Como de costume, eu nunca lembrava do que poderia me fazer feliz ou causar orgulho. Não. Apenas lembranças ruins e humilhantes.

A glória me cercou durante muito tempo. Seus braços eram confortáveis e supriam as necessidades que me foram negadas todos os anos anteriores. Parecia que as dificuldades do passado haviam sido esquecidas. Eu não era mais o garoto que chegou a passar fome. Eu era o Raikage. O ninja mais poderoso de Kumo e que ajudou a salvar a vila e o mundo dos monstros que uma vez invadiram nosso mundo. Certamente eles estão por aí. Nunca mais ouvi falar sobre aqueles animais poderosos. Tantos morreram naqueles tempos. Eram dias sombrios. Em cada esquina a morte abraçava um inocente. Uma mãe de família retornando do seu serviço, um filho orgulhoso da sua nota em uma prova. Ninguém estava a salvo.

Juntamente com outros ninjas, conseguimos salvar o mundo. Sinto que o mundo irá mudar radicalmente novamente. Mas por que eu não consigo retornar à minha vila? Será que estão todos bem? Será que os animais não tornaram a atacar? Mamãe como estará? Como será o novo líder, será que ele está se saindo bem e protegendo a todos da mesma forma que me esforcei para proteger? Será que seríamos bons amigos? Merda! Já é tarde, melhor dormir. Não que eu tenha algo para fazer amanhã, mas é bom manter os hábitos para quando precisar retornar àquela vida... Ah! Já estou pensando em voltar a ser um combatente...

Acordo no meio da noite e fico olhando o céu, contemplando as coisas que fogem à minha compreensão. Parecia improvável não se questionar sobre a ordem vigente no mundo. Por que as coisas eram como são? Podemos realmente mudar algo? Esses questionamentos me reconduziam à minha incapacidade de liderar a vila. Fui bem sucedido ou não? Essa pergunta me torturava. Eu pesava minhas vitórias e minhas derrotas. No fim não compreendia o motivo de pensar que fracassei. Será que as pessoas sentem saudade de mim? Como reagiriam ao meu retorno? Como reagiriam ao meu retorno? Mamãe... como reagiriam?... será que estão todos vivos ainda? como reagiriam? AHHH! Preciso retornar à minha vila! Com esse pensamento firme, me deitei e tornei a dormir.

Era curioso o quanto era interessante ser um ninguém. Durante alguns dias de caminhada fui até vilarejos menores e que provavelmente não estavam atentos aos acontecimentos que circulavam no mundo shinobi. Para aquelas pessoas éramos seres distantes. A impressão é que com a rotina de trabalho, eles nem se preocupavam com quem era o Líder. Mais simples era a forma de avaliar um período sob o comando de um Kage: tivemos guerra ou não? Guerras eram indicativos poderosos. Sempre que uma vila entra em guerra, seus habitantes sofrem as consequências não apenas imediatas, mas ao longo prazo também. Suas casas são destruídas, suas plantações devastadas e o solo pode ficar infértil por muito tempo. Era vital que condições favoráveis estivessem disponíveis aos que viviam do plantio. Eu nunca tinha parado para reparar nesses detalhes. Estamos sempre preocupados com coisas grandes.

Casado após um longo tempo de caminhada, acabei me encostando numa árvore. Cochilei. Após algum tempo, uma mulher já de idade avançada sorria enquanto me acordava. Ela perguntou se eu estava com fome e se precisava de roupas novas. O sangue ainda estava nas minhas roupas velhas. Nem todos os banhos de rio que tomei foram capazes de retirar toda a sujeira. Prontamente eu aceitei o convite da senhora. Filomena foi muito simpática comigo e me ofereceu moradia por alguns dias. Agradeci ajudando ela e seu marido nas plantações. Devo admitir que eles ficaram impressionados com minhas capacidades físicas. Chegaram ao ponto de perguntar se eu era um ninja, mas neguei. Era um alívio que não me conhecessem.

Minha rotina naqueles dias era bem definida. Eu acordava quando o sol começava a surgia, ajudava a tirar leite das vacas e depois ia ajudar nas plantações. Durante esses dias, fiz muitos reparos também. Tudo que eu podia fazer, eu fazia. Era trabalho voluntário, prazeroso. Não apenas me sentia bem psicologicamente, como também fisicamente. Eu não tinha desleixado com meu físico. Todos os dias eu corria montanhas acima. Era uma forma de me manter com um físico aceitável e aliviar o estresse. Assim se passaram algumas semanas. Eu não pensava mais nos problemas shinobis, nos grandes problemas. No fundo algo ainda me incomodava. Eu não parecia feliz. Julgava estar, mas não estava. Toda aquela vida era maravilhosa, mas simplesmente não era pra mim.

Não apenas realiza treinos físicos como tentava melhorar minhas capacidades com armas ninjas. Eu carregava comigo minha bolsa de armas em caso de necessidades. Todas as manhãs após ajudar Filomena e seu marido, eu caminhava até uma área rodeada por árvores. Eu tinha marcado várias árvores com cortes que simulavam os contornos de um alvo. Diariamente eu repetia os treinos. Retirava as Shuriken da bolsa e começava a atirá-las nas árvores. Inicialmente eu tinha alguma dificuldade em acertá-las com precisão. Eu sempre usei da força física e não da habilidade em manusear armas.

Era um tanto complicado atirar todas as shuriken com apenas uma mão, mas em pouco tempo compreendi a melhor forma de posicionar as armas entre os dedos e atirá-las no alvo. Dominado os movimentos básicos com as armas empunhadas, comecei a incrementar saltos e giros no ar, visando criar ângulos de curva para as armas, fazendo-as girar e tomar o caminho que eu desejava. Dia após dia eu repetia os treinos e logo obtive os resultados almejados. Eu conseguia realizar saltos e giros e jogar as shuriken de distâncias cada vez maiores e ainda assim acertá-las no alvo. Conseguia me esconder atrás de uma árvore e jogar a shuriken de forma que ela fizesse uma curva contornando outra árvore que ficava entre mim e o alvo e ainda assim acertar.

Eu não conseguia me contentar com o nível atingido e tentava sempre melhorar. Comecei a colocar objetos que pudessem representar cabeças de adversários ou partes do seu corpo. As posições com que eu jogava as shuriken também alteraram. Eu me desafiava e tentava reduzir meu campo de visão me colocando atrás de árvores, pedra, na água. Também diminui a parte em que poderia acertar um possível oponente, tentando me tornar cada vez mais apto na pontaria. No fim de cada dia eu guardava as armas utilizadas, eu só tinha aquelas e não poderia destruí-las nem perdê-las. Tomava todo o cuidado de limpá-las e evitar que Filomena as visse, pois aí poderiam surgir mais questionamentos...

Um dia quase fui pego por ela durante um treinamento. As coisas quase ficaram sérias. Eu estava a atirar as shuriken nas árvores quando a velha surgiu silenciosa e se atravessou numa das árvores que eu iria acertar. Por sorte percebi ela a tempo e consegui lançar outra shuriken que desviou a outra a tempo. Filomena teve sorte que aquele movimento tinha visado a rotação que precisaria para a arma fazer uma curva, então não usei muita força, mas me concentrei na técnica do movimento. Por isso consegui lançar uma segunda com mais força e na direção contrária que conseguiu evitar algo pior.

[...] As andanças continuaram. Eu andava pelo mundo sempre evitando ser reconhecido e ser encontrado por algum shinobi. Meu kanchi foi muito mais útil nesses tempos. Sempre que eu sentia algo, trocava de direção e assim evitava encontrar algum ninja. Retornei algumas vezes à casa de Filomena e sempre retribuí sua hospitalidade com muito trabalho. Mas era chegada a hora de eu retomar meu caminho. Não era mais momento de vacilos e sim de certezas e decisões. Eu já tinha tomado a decisão, apenas não a tinha concretizado. Eu retornaria a Kumo e encararia meus fantasmas.

Hoje era o dia! Meus passos eram lentos. Eu não tinha pressa. Talvez temesse o que poderia vir a encontrar. Tantas vezes eu tinha feito o caminho de sair e entrar de Kumo que ainda sabia seus detalhes e quando estava me aproximando. Daquele ponto em diante eu teria que encarar aquelas defesas que tantas vezes nos protegeram e que sempre nos deram vantagem contra os inimigos. Agora eu seria seu inimigo. Teria de vencer aquelas montanhas e encontrar meu destino. Era chegada a hora do retorno!


CK: 1650 | HP: 1125 | ST: 00/05


Bolsa de Armas:

28/40
01 pílulas// Hyorogan (02 unidades) + Zoketsugan (02 unidades)
01 Kibaku  Fuda (03 unidades)
05 kunai (0)
05 shuriken (3)
05 hikaridama
03 fios (15m)
02 makibichi (10 unidades)
06 Fios de aço (30 metros)
Sempre ativo:
Kanchi ativo, máximo 225 metros.
Kanchi no Jutsu
Descrição: A técnica de detecção permite que o sensor tipo shinobi para detectar e rastrear alvos através de suas assinaturas de chakra. A gama de esta técnica varia entre os sensores.
Observações:
1000 palavras para o filler + extra de 450 palavras visando adquirir a qualidade Perícia em Shurikenjutsu (1).

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Re: [FILLERS] Douglas - em 21/4/2018, 16:27

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